Está chegando a hora meu Vascão, vamos dar o primeiro passo para sair dessa incômoda fila de oito anos sem títulos, a torcida PRECISA disso!
E para provar que Cyro Aranha estava certo, o orgulho do papai:
Está chegando a hora meu Vascão, vamos dar o primeiro passo para sair dessa incômoda fila de oito anos sem títulos, a torcida PRECISA disso!
E para provar que Cyro Aranha estava certo, o orgulho do papai:
Duas pinceladas rápidas:
1) Desculpem o atraso do Podcast, fruto de uma incompatibilidade de agendas com meu associado. Pretendo até esta Sexta-Feira, jogar o primeiro podcast no ar, nem que seja falando sozinho.
2) A janela de transferências internacionais, a exemplo do que aconteceu ano passado, vai ser antecipada para provavelmente 15 de Junho, a FIFA já autorizou a CBF, faltando apenas a confirmação da data pela mesma.
Com isso, Juninho que já está treinando no Qatar para se apresentar em prefeitas condições, terá condição de jogar muito mais cedo do que o previsto.
O contrato dele com o “Al-Garrada” (time do Beto cachaça) acaba amanhã, dia 15 abre a janela, bota aí mais uma semana de trâmite jurídico… ainda em Junho veremos o Reizinho com a camisa cruzmaltina novamente.
Vou chorar…
Bem amigos, mais uma vitória do expressinho, e de goleada.
Vou começar sendo sincero, e admitindo que não assisti a partida pois estava no aniversário da minha sobrinha, portanto não vou falar sobre uma coisa que eu não vi, e o VT da partida é somente as 1h30 no SporTV, então vai ficar por isso mesmo.
Mas o que eu posso dizer, é que como eu vinha falando mais cedo, hoje o Vasco graças a Deus, possui um elenco de qualidade. Já chegamos em duas finais este ano, se tudo der certo vamos conquistar a Copa do Brasil, e os reservas por enquanto colocaram o clube na liderança do Brasileirão.
A quanto tempo não podemos dizer uma coisa remotamente parecida com essa? Isso aí é para calar a turma do charuteiro.
A zaga, pelo que estou apurando nas notas, foi o ponto fraco do time, como eu já previa. Também pudera; um júnior, e um zagueiro de 31 anos que volta de contusão e estava a 126 dias sem jogar. Por outro lado, as maiores notas foram para todos os jogadores do setor ofensivo, sendo que a maior apuração para o goleiro, Fernando Prass.
Para o goleiro levar uma nota alta, é sinal de que o time foi pressionado, e isso logo se explica: As três piores notas foram para quase toda a zaga; Fernando, Jomar e Max, sendo que Fágner se salvou e ficou com um 7.492.
Jéferson e Bernardo continuam mostrando que o meio campo do Vasco é o setor mais bem servido do plantel, e Elton marcou mais um. Bernardo aliás chegou ao gol 11 com a camisa do Vasco e continua sendo o artilheiro da equipe.
Tudo deu certo: Vitória, liderança, ninguém saiu lesionado… agora as atenções estão completamente voltadas para Quarta-Feira.
QUE ÓDIO A GLOBO DEVE ESTAR SENTINDO, POIS O TIME DO RRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRRONALDINHOOOO NÃO ESTÁ LIDERANDO O BRASILEIRO, E SIM O VASCO DA GAMA…COM OS RESERVAS…
Saudações…/+/…
O pequeno público (quase 5 mil presentes) em São Januário mostrava que as atenções da torcida estão voltadas para a partida contra o Coritiba, na próxima quarta-feira, pela final da Copa do Brasil. Mas dentro de campo, o Expressinho do Vasco não fez por menos, vencendo por 3 a 0 o América-MG, neste domingo, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Além de chegar à liderança da competição, com seis pontos ao lado do Atlético-MG - igualando com o Galo em todos os critérios de desempate -, a equipe cruzmaltina agora tem o artilheiro da competição: Bernardo, com três gols.
A partir de agora, o Vasco terá uma sequência de três partidas contra o Coritiba. Nas duas próximas quartas-feiras, as duas equipes decidem o título da Copa do Brasil (o primeiro confronto será em São Januário). No domingo, os times duelam no Couto Pereira, com seus times reservas, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. No mesmo dia, o América-MG, que soma três pontos, enfrenta o Internacional.
Quando a bola rolou, o Vasco parecia ainda pensar no próximo compromisso. Disperso, logo deixou-se envolver pelo América, que adotou uma postura ofensiva e pressionou o time da casa em seu campo defensivo. Fábio Júnior, Eliandro e Rodriguinho eram os jogadores mais perigosos da equipe mineira.
No entanto, foi o Vasco quem abriu o placar, exatamente na primeira vez em que se lançou ao ataque. Leandro recebeu a bola pela direita e invadiu a área. Carleto chegou na marcação, deu um carrinho, e o árbitro não hesitou em marcar pênalti. Bernardo cobrou no canto direito de Flávio e fez 1 a 0 aos dez minutos de partida. Foi o 11º gol do meia, que passou a ser o artilheiro vascaíno na temporada.
Com a vantagem, o Vasco procurou se estabilizar na partida, valorizando a posse de bola e aproveitando os espaços deixados pelo América-MG, que continuava a se lançar ao ataque. No entanto, a zaga mostrava-se insegura, proporcionando momentos de perigo para os cruzmaltinos. Na frente, Leandro e Élton se movimentavam, abrindo espaços para os homens de meio-campo. Assim, pouco antes do intervalo, Jéferson teve a chance de ampliar a vantagem num chute de fora da área que acertou a trave.
O Vasco voltou para o segundo tempo com Enrico no lugar de Bernardo. Pensando na decisão da Copa do Brasil, o técnico Ricardo Gomes decidiu poupar aquele que é considerado o 12º jogador da equipe, mas seu substituto manteve o ritmo. Logo aos dois minutos, Jéferson fez grande jogada, colocando a bola entre as pernas de Leandro Ferreira e dando um passe preciso para o meia, que marcou o segundo.
Com uma vantagem ainda mais confortável, o Vasco recuou, limitando-se a sair nos contra-ataques. No entanto, o América passou a exercer forte pressão, se aproveitando da confusa atuação da defesa adversária. Os mineiros criavam boas oportunidades, mas falhavam, às vezes de forma grosseira, nas conclusões.
Se já estava difícil para o América-MG diminuir a diferença, a missão tornou-se impossível depois que Dudu foi expulso aos 33 minutos, levando o segundo cartão amarelo por falta em Jéferson. Com um jogador a mais, o Vasco conseguiu controlar a partida e, mesmo procurando se preservar para a decisão da Copa do Brasil, garantiu a liderança marcando o terceiro gol aos 45 minutos. Misael cruzou rasteiro pelo lado esquerdo, e Élton completou, fazendo 3 a 0.
VASCO X AMÉRICA-MG
Local: São Januário, Rio de Janeiro
Dia: 29/05/2011
Árbitro: Francisco Carlos Nascimento (AL)
Auxiliares: Pedro Santos de Araújo (AL) e Cleriston Cley Barretos Rios (SE)
Gols: Bernardo, aos 9 do primeiro tempo; Enrico, aos 2, e Elton, aos 45 do segundo tempo.
Cartões amarelos: Jumar (VAS); Fábio Júnior, Eliandro, Dudu e Gabriel (AME)
Cartão vermelho: Dudu (AME)
Vasco: Fernando Prass; Fagner, Fernando, Jomar e Max (Marcio Careca); Jumar, Fellipe Bastos, Jeferson (Misael, 43/2T) e Bernardo (Enrico, intervalo); Leandro (Chaparro, 12/2T) e Elton.
América-MG: Flávio; Sheslon, Anderson, Gabriel e Thiago Carleto; Dudu, Amaral (Luciano, intervalo) Leandro Ferreira e Rodriguinho (Alessandro, 19/2T); Eliandro e Fábio Júnior (Kempes, 19/2T).
Uma vez me disseram que as pessoas que pulam de lugares extremamente altos para se suicidarem, já chegam mortas no chão, vítimas de ataques cardíacos pela expectativa da morte.
Nefasto, não?
Pois bem, a expectativa que todo vascaíno está sentindo é justificada: Lá se vão oito anos sem gritar “É campeão”, coisa que o vascaíno se acostumou a fazer desde sempre.
É a tal “Década perdida”, pois apesar de termos sido campeões nacionais em 2001, era válido pelo campeonato de 2010. De lá para cá, a década da ditadura, dos times fracos, dos vexames, dos vices, do “gol mil” pode acabar de uma maneira muito mais condizente com a grandeza do Vasco: Campeão da Copa do Brasil.
Um campeonato que por si só é muito importante já que presenteia o ganhador com uma vaga na libertadores do próximo ano, para o vascaíno é ainda mais importante, é a oportunidade de acabar com três escritas incômodas: A do vice-campeonato já que não ganhamos uma decisão desde 2003. A de nunca ter vencido da copa do Brasil, única taça nacional que falta ao Vasco. E voltar a disputar uma libertadores da américa após 10 anos, desde aqueles dois péssimos jogos contra o Boca Juniors que acabou ganhando a competição.
É a chance do Vasco começar uma vida nova, ou melhor, de retomar a vida antiga, de conquistas.
E a prova de que a torcida está confiando neste time, vem sendo dada durante toda a competição, onde mesmo após a perda da Taça Rio para o urubu, continuou lotando o caldeirão jogo após jogo. Ontem, a procura de ingressos para a final foi tão grande, que houve tumulto em todas as sedes do clube; São Januário, Lagoa e Calabouço. Muita gente vai ficar de mão abanando pois eles acabaram.
E por favor, você que não conseguiu ingresso, NÃO VÁ a São Janú no dia do jogo, porque é isso que sempre acontece em partidas decisivas do Vasco; um mundo de gente que não têm ingresso fica criando alvoroço a entrada.
E olhem que coisa curiosa: A final da CB reunirá os últimos dois campeões da Série B. O Vasco em 2009 e o Coritiba em 2010.
O Coxa merece respeito pois chega a final fazendo uma bela campanha na Copa do Brasil, tal como fez no campeonato Paranaense onde sagrou-se campeão. Não é como o Avaí, time local que apenas recentemente chegou no cenário nacional. O Coritiba é campeão nacional de 1985, e possui tradição de ser um adversário extremamente complicado, especialmente quando joga no Couto Pereira.
Mas não é um timaço. Pode ser mais entrosado que o Vasco, e só. O Vasco é melhor no gol, na defesa, no meio, e no ataque, e se jogar como jogou contra o Avaí, não há a menor chance de perder. Lembrando que o Vasco não sabe o que é perder a 18 partidas.
Para a primeira partida, que vai ser realizada em São Januário e não no engenhão como chegou a ser cogitado, Éder Luís e Ramon ainda são dúvidas. Exames realizados nesta Sexta-Feira não garantiram, tampouco cortaram os atletas da decisão, pois não apontaram estiramento dos músculos, apenas um edema. o caso de Ramon é mais difícil porque o lateral ainda têm dor no local, ao contrário do atacante.
Ramon tem um substituto imediato que é Marcio Careca que vem fazendo partidas consistentes na defesa. No ataque, é outra história…
Já Éder Luís pode ser substituído por Bernardo, o que normalmente acontece, ou ainda por Leandro que recuperou-se de contusão e deve jogar hoje contra o América-MG. A primeira alternativa é a mais plausível.
E por falar no América, que vai ser recepcionado hoje as 18h30 no Estádio Vasco da Gama, o Coelho vai vir com força máxima ao contrário do Vasco que com toda razão, vai poupar os titulares para a decisão da Copa do Brasil.
O time que irá a campo deve ser esse:
1-Fernando Prass [cap], 23-Fagner, 4-Fernando, 2-Jomar e 43-Max (32-Márcio Careca); 18-Jumar, 21-Fellipe Bastos, 11-Jéferson e 31-Bernardo; 19-Leandro e 39-Elton. Técnico: Ricardo Gomes.
Muito me preocupa ver Fernando Prass escalado para essa partida, porque apesar de contar com um vigor físico invejável para o desespero dos reservas, nunca se sabe quando o azar vai bater na porta. Imagina só se o Fernando leva uma pancada na cabeça e fica de fora da decisão… Alessandro e Diogo são duas incógnitas. A única explicação é que a comissão técnica quer fazer com que Prass alcance a mesma marca do Conca em 2010 de ter disputado todas as partidas do time.
O time, mesmo reserva é bom! São todos jogadores rodados e experientes, nenhuma surpresa a não ser Jomar que substitui o lesionado Cesinha. Se o garoto jogar da mesma maneira que da última vez, com seriedade, estará de bom tamanho.
Não vai ser fácil, contudo. A dupla de zaga tem zero entrosamento, um deles é Junior, e o outro tem 31 anos, volta de contusão e não disputa uma partida a 143 dias. Isso certamente vai ser explorado pelo adversário.
Apesar dos pesares, eu acredito que o expressinho vai buscar mais três pontos e fazer o Vasco ocupar a parte de cima da tabela.
A quanto tempo o Vasco não têm um time reserva de nível?
“Isso prova o quanto o Vasco tem um bom elenco. Poder formar dois times dessa maneira é prenúncio de coisa boa, de título. Após muito tempo, o Vasco volta a montar um time forte, com condições de brigar. Já existia uma base e as contratações para esta temporada foram pontuais e muito bem realizadas”
- Antônio Lopes, o delegado.
Como eu dizia anteriormente: “Só acaba quando termina”
E seguindo a tradição vascaína de superação, de virada, de conquista pelo caminho mais difícil… o Gigante da colina foi na ressacada, lugar que só nos traz boas memórias, e ao invés de ser atropelado, como um fulano do Avaí disse… atropelou.
O Vasco não tomou conhecimento do Avaí, o Vasco surrou o Avaí, foi um 2 x 0 com um gol contra sim, e mais um pênalti ignorado em Diego Souza, um impedimento inventado no gol de Alecsandro, e mais uma jogada em que o próprio perdeu na cara do goleiro.
Em suma, foi tudo aquilo que não pudemos comemorar em São Januário: Um jogo em que o clube maior, com o time melhor, que jogou mais, venceu.
Porque teve a coragem de atacar desde o primeiro minuto.
Porque teve a vontade de ir em todas as bolas, em todos os lances, em todas as jogadas.
Porque mostrou que camisa não ganha mais jogo, mas ajuda.
Porque teve a humildade de não se deixar levar pela vantagem.
Porque todos, do mais técnico ao menos, fizeram uma partida quase perfeita.
E como meu compromisso é com a verdade, não necessariamente com a coerência, posso dizer: Alecsandro mesmo perdendo um gol feito, foi decisivo.
Fica até difícil falar individualmente, porque de maneira geral todos jogaram muito bem a exceção de Allan que continua sendo o ponto fraco do time, deixando um vão na lateral direita. Alguns se sobressaíram como Diego Souza que fez um belo gol, chutou uma na trave, deu chapéu, pintou o sete como diria meu velho pai.
Felipe foi preciso nos passes, guerreiro, 33 anos roubando bola na defesa…
Éder Luís que infelizmente saiu sentido uma fisgada na coxa ( presente do nefasto Allan) vinha tendo uma atuação daquelas que nos acostumamos em 2010: Muita velocidade, dribles e movimentação.
Eduardo Costa fazendo uma partida impecável junto com Rômulo… ( nunca pensei que fosse dizer isso, mas Rômulo hoje é titular incontestável)
A dupla de zaga rebatendo tudo que vinha em sua direção…em alguns lances parecia que Dedé sabia o que o atacante do Avaí ia fazer antes mesmo dele…
Fernando Prass seguro, encaixando quase tudo…
O pior foi nas laterais, que Allan e Ramon não conseguiam prevenir os avanços de Julinho e Romano. Este último felizmente improvisado mesmo quando acertava, a bola caia no pé ruim. Já vem sendo o calcanhar de Aquiles do Vasco a algum tempo esse espaço nas laterais, que já era grande com Ramon e Fágner, e agora é maior ainda com Ramon e Allan. Hoje novamente, Julinho que é um baita lateral esquerdo, ganhou quase todas as jogadas com Allan. Desta vez, ele foi menos mal, mas podem assistir os melhores momentos do Avaí: quase todos os lances passando pelos pés do Julinho.
Coletivamente o Vasco foi superior. Um time compacto no ataque e na defesa, com muita posse de bola e errando poucos passes, e justamente por isso, e pela vitória, incontestável, fica difícil apontar defeitos. Mas eles existem, sempre dá para melhorar, mas se o Vasco joga assim sempre, se jogar com esse espírito e essa dedicação aliados claro, a competência, a Copa do Brasil é nossa.
Muitos de vocês já tinham desistido não é? Eu nunca desisto e o Vasco também não.
A oposição deve estar muito puta agora, porque não vão poder soltar nenhuma nota na imprensa amanhã dizendo que a “derrota era anunciada”.
FINAL meus amigos!
VASCO!…/+/…
Como o 0 a 0 não servia, o Vasco se propôs a jogar como se fosse o dono da Ressacada. E o fez com grande categoria. Desde o apito inicial, foi para cima do Avaí e sem se desorganizar na defesa. Para surpresa da torcida catarinense, a equipe da Colina abriu o placar logo aos três minutos. Felipe cobrou falta do lado direito, e Revson desviou de cabeça na direção do próprio gol: 1 a 0. Ele já havia marcado contra nas quartas de final, no Morumbi, contra o São Paulo.
Poderia se imaginar que o Avaí fosse se lançar ao ataque alucinadamente para tentar a reação, mas, atordoado, o time viu o Vasco se manter superior em campo. Com um alto índice de acerto nos passes, os cruz-maltinos foram criando chances em sequência. Felipe assustou com um chute de fora da área. Depois, após boa jogada de Allan, Diego Souza também esteve perto de ampliar, mas o defensor impediu. Os cruz-maltinos reclamaram pênalti.
Eder Luis era um dos que mais destacava. Incansável também na marcação, ele era o motorzinho que levava o Vasco ao ataque. No meio, Felipe organizava com o meio de campo com a técnica de sempre. A superioridade em campo logo se refletiu no placar novamente. Aos 34 minutos, Alecsandro deu ótimo passe para Diego Souza, que, com só tocou por cima do goleiro Renan e viu a bola parar no fundo da rede: 2 a 0.
Com a defesa vascaína bem postada, o Avaí teve poucas oportunidades claras de chegar ao gol. A melhor foi uma bola na trave após chute de Julinho, que com seus avanços pela esquerda, era o mais perigoso dos jogadores da equipe catarinense. Durante a primeira etapa, o técnico Silas tentou deixar seu time mais ofensivo com a entrada de Rafael Coelho na lugar de Acleisson, mas a mexida não surtiu muito efeito.
Na volta do vestiário, o Vasco tentou não recuar demais e trazer o Avaí todo para o seu campo de defesa. Com Diego Souza inspirado, a equipe carioca seguiu muito perigosa. Por duas vezes o time acertou a trave, com o camisa 10 e com Ramon. O técnico Ricardo Gomes foi obrigado a fazer duas substituições por problemas médicos. Bernardo entrou na vaga de Eder Luis, com uma lesão na virilha, e Marcio Careca foi lançado no lugar de Ramon, com dores na coxa.
Não faltava disposição e correria para o Avaí, mas, com um meio de campo sem criatividade, o time catarinense pecava no último passe. A maioria das bolas passava pelos pés de Marquinhos, mas o meia pouco conseguiu produzir. A partir da metade da segunda etapa, a torcida vascaína aumentou a confiança e passou a gritar "olé" a cada passe.
Quando o Avaí conseguia chegar bem, esbarrava no grande dia dos volantes e zagueiros vascaínos, principalmente Dedé, que, por exemplo, travou um chute perigosíssimo de Estrada. Os catarinenses lutaram até o fim, mas era dia do Vasco, que ainda marcou mais uma vez, com Alecsandro, mas o árbitro anulou o gol de forma errada.
O apito final foi a senha para a comemoração vascaína em Florianópolis.
AVAÍ X VASCO
Local: Ressacada, em Florianópolis (SC)
Data: 25/05/2011
Público: 16.920 torcedores
Renda: R$ 297.830
Árbitro: Leandro Vuaden (RS)
Auxiliares: Altemir Hausman (RS) e Márcio Eustáquio Santiago (RS)
Gols: Revson (contra), aos 5, e Diego Souza aos 34 do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Acleisson e Marcinho Guerreiro (AVA); Ramon e Allan (VAS)
Avaí: Renan, Gustavo Bastos, Cássio e Revson; Romano (Róbson, 23/2T), Marcinho Guerreiro, Acleisson (Rafael Coelho, 29/1T), Marquinhos e Julinho; Marquinhos Gabriel (Estrada, intervalo) e William. Técnico: Silas
Vasco: Fernando Prass; Allan, Dedé, Anderson Martins e Ramon (Márcio Careca, 16/2T); Eduardo Costa, Rômulo, Felipe (Jumar, 36/2T) e Diego Souza; Eder Luis (Bernardo, 12/2T) e Alecsandro. Técnico: Ricardo Gomes
AVAÍ X VASCO - 25/05/2011 - COPA DO BRASIL
AVAÍ: Renan; Cássio, Revson e Gustavo Bastos; Felipe, Marcinho Guerreiro, Acleison, Marquinhos e Julinho; Marquinhos Gabriel e William. Técnico: Silas*.
*Ex-jogador do Vasco
VASCO: 1-Fernando Prass [cap]; 35-Allan (23-Fagner), 26-Dedé, 25-Anderson Martins e 33-Ramon; 8-Eduardo Costa, 37-Romulo, 6-Felipe e 10-Diego Souza; 7-Eder Luís e 9-Alecsandro. Técnico: Ricardo Gomes.
Fonte: NETVASCO
O time deve ser esse aí amigos, mas certeza, só quando o Almirante jogar a escalação oficial no twitter.
As mudanças que queríamos, ou pelo menos eu queria, não vão acontecer.
Para mim, o Vasco só tem a opção de atacar. Simples assim. A obrigação é do Vasco em ir para cima do Avaí, e basta um gol. UM golzinho pra deixar tudo igual.
E exatamente por essa obrigação que eu queria ver em campo Elton e Bernardo.
Aos que entrarem em campo: Boa sorte. Tenham em mente o que está em jogo.
A propósito: A novidade que eu prometi a algumas semanas é que a partir desta Quinta, se tudo der certo, eu e meu amigo Rafael Paiva iremos produzir semanalmente um podcast para o blog.
E o nome do Podcast não poderia ser outro: “A palavra”
Se você não sabe que trem é esse, eu explico: O blog vai fazer uma espécie de programa de rádio e colocar um link para que você faça o download e escute as besteiras que iremos dizer no seu PC, e possivelmente um “streaming” para escutar on-line.
É isso amigos, tomara que funcione!
Bom jogo para todos!
Foi do jeito que o Vascaíno gosta: De virada, com emoção, com superação.
No jogo dos reservas, o expressinho conseguiu uma bonita vitória sobre o Ceará, fora de casa, para começar bem o campeonato.
Se o time cearense era de basicamente reservas, pelo Vasco apenas Fernando Prass atualmente defende a equipe titular.
Embora Fágner,Ramon, Eduardo Costa, Bernardo e Elton sejam figuras frequente na equipe titular, ou como no caso de Ramon que jogou apenas uma etapa, titular.
E é por isso que o Vasco era favorito.
Mas eu não vou mentir para vocês,eu tinha grandes dúvidas sobre o resto da equipe, se a dupla de zaga Douglas e Jomar iam entregar o ouro, se Diego Rosa e Chaparro jogavam alguma coisa, se Jéferson ainda estaria jogando como no início do ano, se Bernardo ia voltar a decidir um jogo, e se Enrico iria finalmente fazer uma boa partida pelo Vasco…
Bom, algumas coisas deram certo:
Jomar mostrou que não sabe fazer duas embaixadinhas, mas é um zagueiro sério.
Jéferson, Bernardo e Elton não perdem a motivação por brigar pela titularidade e foram fundamentais para o resultado…
… e Chaparro, a maior dúvida de todas, entrou substituindo o contundido Douglas ( MEU DEUS, O QUE É ESSE DOUGLAS??) forçando Eduardo Costa a quebrar um galho de zagueiro, e me surpreendeu. Fez um primeiro tempo nervoso, dúbio, mas um ótimo segundo tempo. Habilidoso, esforçado e “escorregadio” promete ser no mínimo, um bom reserva. Muito melhor que o incolor, inodoro e insípido Enrico, ou o esquecido Caíque.
E outras coisas não deram certo:
Douglas mostrou 28 minutos de péssimo futebol.
Marcio Careca jogou muito mal, o que foi bem estranho depois daquele rendimento contra o patético-PR.
Diego Rosa é muito, muito verde…
Max também jogou mal, embora fora de sua posição…
Mas o pior mesmo foi Enrico. Simplesmente errou tudo que tentou. inclassificável.
O que me leva a perguntar uma coisa: o zagueiro Fernando e o atacante Leandro não viajaram. Estão lesionados? De verdade eu não sei.
Pela escalação do Vasco, deu para perceber duas coisas:
A primeira é que Allan e Alecsandro continuam no time, porque Fagner e Elton foram titulares hoje.
A segunda é que Jumar deve ser o titular também na Ressacada, pelo mesmo motivo: Eduardo Costa jogou hoje.
Mas, voltando a falar do jogo: Foi nítida a falta de entrosamento no primeiro tempo, embora o Vasco tenha tomado a iniciativa. Foi melhor durante boa parte do primeiro tempo, até a entrada de Chaparro no lugar de Douglas, obrigando Eduardo Costa a jogar improvisado na zaga. O meio ficou com três armadores mais Diogo Rosa, o que foi difícil de se acertar. O Ceará então pressionou o Vasco nos minutos finais e Fernando Prass começou a mostrar serviço.
Mas tudo acabou igual começou.
Só que veio o segundo tempo, Ramon rendeu o apagado Marcio Careca e pouco depois Max rendeu Diogo Rosa, para tentar dar mais consistência ao time. Mas isso demorou a surtir efeito, e o Ceará que já havia perdido espetacularmente um gol aos quatro minutos, continuava a pressionar o Vasco até que marcou após cobrança de escanteio em uma bola que rebateu na trave e nas pernas de Fernando Prass.
E parece que era o que faltava para acordar o Vasco: Sem outra opção, com metade do segundo tempo percorrido e atrás do marcador, o time se colocou mais a frente em campo, deu objetividade a posse de bola e aos poucos, chegava com perigo a meta do adversário.Chaparro, Bernardo e Elton começavam a desequilibrar a favor do visitante, até que aos 32 minutos, Elton tocou bem para a chegada de Bernardo que empatou a partida.
Apenas dois minutos depois, outra vez Elton participou da jogada, e a bola sobra para o iluminado Bernardo acertar um primoroso chute de primeira, com o lado de dentro do pé que encobriu o goleiro Adílson. Uma pintura.
Então o Vasco se fechou, e deixou o Ceará ir para o “abafa” com o intuito de matar no contra-ataque. O que acabou acontecendo aos 44 pelo pé esquerdo de Jéferson após um toque inteligente e bem colocado de Chaparro. Mas foram minutos de muito nervosismo por causa do sistema defensivo debilitado do Vasco.
Apito final, fim de papo, e o Vasco conseguiu um ótimo resultado logo na primeira rodada, fora de casa. Mais que isso, dá confiança aos jogadores que entrarão em campo contra o Avaí e ao elenco em geral.
Eu acredito.
CEARÁ 1 X 3 VASCO
Local: Presidente Vargas, Fortaleza (CE
Data/Hora: 21/5/2011 - 18h30m (de Brasília)
Árbitro: Jailson Freitas (BA), auxiliado por Alessandro Matos (BA) e Adson Leal (BA)
Gols: Cléber (Ceará); Bernardo (2), Jéferson (Vasco)
Ceará: Adílson; Diego Macedo, Cléber, Diego Sacoman e Ernandes; Heleno, Eusébio, Murilo (Marcelo Nicácio) e Thiago Humberto (Geraldo); Sinho (Osvaldo) e Júnior Técnico: Vagner Mancini
Vasco: Prass, Fagner, Douglas (Chaparro), Jomar e Márcio Careca (Ramon); Eduardo Costa, Diego Rosa, Jéferson e Enrico (Max); Bernardo e Elton. Técnico: Ricardo Gomes.



É amigos…complicado!
Complicado um time jogar para frente, em cima o tempo todo, criar pelo menos três ou quatro chances e não marcar. É a mesma coisa que você flertar com uma menina a festa toda e no final das contas não ter chamado para sair.
Não se pode dizer que o Vasco não fez o que era esperado dele, que era tomar as rédeas do jogo e ditar o ritmo. Nada mais normal para um time da grandeza do Vasco, enfrentando um time sem qualquer tradição como o Avaí, com o devido respeito. Não, o Vasco atacou, não fez um futebol “apagado” como as partidas contra o patético-PR criou chances e não marcou por detalhe. E por detalhe, leia-se Alecsandro e Éder Luís.
Logo no início, ficou claro que a partida seria de ritmo intenso: o Vasco tomava a iniciativa, agredia o Avaí, que por sua vez sabia sair em contra-ataque explorando as laterais do Vasco, especialmente a direita. Um velho problema que Ricardo Gomes e alguns torcedores teimam em não admitir.
Allan é um cara que deve receber o reconhecimento de ter ajudado o time em um momento difícil. Mas já passou, e deve voltar para o banco, porque é um jogador que não decide nada, marca extremamente mal, abre uma avenida do lado direito da zaga, e todo jogo. Todo santo jogo, toma um drible escroto e deixa a zaga vendida. Ele joga para torcida, dá um ou dois dribles bonitos por jogo, e essa torcida iludida compra o peixe dele. Eu estou farto de Allan, mais uma vez ele foi decisivo para um resultado ruim do Vasco. O Julinho ontem fez o que quis nas costas dele, e em cima dele fez um belo drible e chutou cruzado para marcar.
Ramon não deixou barato e também jogou mal, dando espaços, mas menos que Allan.
O Avaí teve UMA chance de gol, numa cabeçada de Willian no segundo tempo que Prass defendeu milagrosamente. UMA. O resto, foi bola rebatida, mascada, que explodiu na zaga… e o gol. Numa jogada individual.
Coisa que está faltando ao Vasco.
Um jogador que chame para si a responsabilidade e efetivamente, faça alguma coisa.
Não quer dizer que no time tenha algum covarde que se esconda nos momentos difíceis, não é isso. O covarde está no banco. Não dá para entender o que Ricardo Gomes quer com Alecsandro e Éder Luís no ataque jogando nada, mais uma vez Élton entrou no jogo e deu um uma cara nova ao ataque, muito mais perigoso.
Alecsandro só acertou uma coisa ontem: Ao tocar para Diego Souza logo no primeiro lance de perigo do Vasco. Aliás, foi a única coisa que Éder Luís também acertou. Um lance para cada um, no mesmo lance.
Felipe no primeiro tempo foi outro inútil: Não acertava um passe, e ainda perdia muitas bolas. Felizmente voltou outro jogador no segundo tempo, esse sim o Felipe que conhecemos, e foi o melhor do time na segunda etapa. Diego Souza fez uma boa partida, quase abriu o placar em um lance bonito do Vasco aonde deu tudo certo, ou quase tudo, faltou o zagueiro do Avaí não tirar a bola em cima da linha.
A dupla de zaga começou jogando de maneira perigosa, longe um do outro e aos poucos, graças a muitos gritos de Ricardo Gomes, se acertou. Infelizmente quase no fim da partida, Anderson Martins se lesionou, e deu lugar a Douglas que não inventou e espanou tudo que veio em sua direção. Anderson é dúvida para a partida de volta.
Jumar e Fellipe Bastos não conseguiram parar o Avaí quando tinha a bola. Deram muitos espaços e cobriram muito pouco as laterais. Jumar pelo menos teve o mérito de ter roubado muitas bolas, e individualmente não comprometeu, fez o simples. Foi bem melhor que Fellipe Bastos, que não faz diferença no time a alguns jogos. Defensivamente Fellipe é fraco, nós sabemos disso, mas se ele não oferece apoio ofensivo, se transforma em um jogador ruim, porque marcação não é seu forte.Seu forte é o elemento da surpresa, com chutes de fora da área, e chegada no ataque Só que nesse caso, não era uma opção de Ricardo Gomes, que tinha Rômulo, machucado, e Eduardo Costa, suspenso, indisponíveis para este jogo.
Também na etapa complementar, entrou Bernardo em campo. E nada fez além de tocar para trás.
O Vasco teve um pouco mais de posse de bola que o Avaí, 52%, e o adversário acertou quase sessenta passes a mais que o Vasco…
No segundo tempo o Avaí que já não deixava barato, melhorou, e diminuiu muito a diferença de posse de bola para o Vasco. Tocava a bola cozinhando o galo, e o Vasco pouco fez para muar isso.
No final da partida, quando tudo parecia perdido, Wilson Luiz Seneme marcou um pênalti em cima de (quem?) Elton com muita coragem. Não há dúvida de que houve falta, mas aquela altura, não é qualquer um que colocaria o pescoço em risco.
Diego Souza cobrou bem, e diminuiu consideravelmente os problemas do Vasco para a partida de volta na Ressacada.
Eu acho que o Vasco sentiu a mudança de ter que decidir a vaga fora de casa. Jogou para vencer, sim, mas não soube marcar. Errou coletivamente pouco, e individualmente muito.
Para o jogo de volta, qualquer empate com mais de um gol classifica o Vasco, assim como qulquer vitória. Ou seja, o Vasco vai ter a obrigação de jogar para vencer, para marcar, porque o zero a zero garante o Avaí na final. Portanto, eu acho que o time PRECISA de mudanças. Ricardo Gomes precisa colocar o time agressivo, e trocar as peças que não vem dando resultado.
Eu acho Alecsandro e Éder Luís grandes jogadores, assim como Fellipe Bastos, mas alguém precisa ser sacado. Temos no banco Élton, Leandro e Bernardo que são jogadores de qualidade e quem sabe, têm mais sorte nesse momento.
A íntegra da matéria do jogo pode ser conferida aqui.
A perda do Baianão 2011 está custando caro no Vitória.Quem ganhou, foi o time de empresários Fluminense de Feira de Santana.
Como era de se esperar, a culpa caiu em cima do técnico, Antônio Lopes, e do goleiro Ramiro Viáfara que estão tendo seus contratos rescindidos.
Sinceramente, eu não acompanho o Vitória, mas acho um time fraco.
Mas uma coisa é certa: o tempo não foi generoso com Antônio Lopes. O delegado está no futebol quase sua vida toda, é o técnico com mais tempo de comando no Vasco, mas isso não quer dizer que ele tenha acompanhado a evolução (?) do futebol.
Hoje em dia, suas táticas são antiquadas e ineficazes , longe de ser o comandante que já foi.
Mas ele ainda goza de prestígio, e seus méritos nunca poderão ser esquecidos.
Eu acho que essa é a oportunidade que ele têm de fazer uma coisa diferente, aproveitar essa experiência, essa vivência de futebol e investir num cargo de diretor, porque a idade chega para todos, e qualquer hora o delegado pode ter um enfarto a beira de campo.
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Ainda sobre política, segundo Nelson Almeida, o Vasco vai acatar a decisão da justiça.
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Frase do dia:
Tradição não ganha uma partida há tempos
-Felipe.
Após quase 18 anos de futebol Euller,o filho do vento, vai pendurar as chuteiras.
Foi o melhor atacante “garçom” que eu vi no Vasco. Entregou de bandeja vários gols para Romário e companhia enquanto defendeu a cruz de malta, e será sempre lembrado pela torcida.
Já estava a alguns anos fingindo jogar bola no América-MG, clube que o revelou, mas garante que do início do Brasileirão não passa.
Que Deus lhe pague por tudo e o acompanhe na vida após o futebol.

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Ontem a noite se deu a cerimônia de premiação dos destaques do campeonato carioca.
Como era de se esperar, o urubu levou a maior parte dos prêmios enquanto eu acho que de destaque mesmo só Thiago Neves que realmente está jogando bola.
Agora, o que é a mídia? Ronaldinho Gaúcho nem aos urubuzinhos está agradando, e ainda assim é eleito para o time da competição! (???).
Wanderley levou como melhor técnico para não falar de arbitragem, porque o melhor foi Ricardo Gomes, disparado.
Pelo Vasco, entraram nesta lista Felipe, Anderson Martins, e logicamente, Dedé.
A matéria completa confiram aqui.
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Eu estou ciente do turbilhão político que está o Vasco.
A liminar de ontem é como o nome já diz: liminar, e pode ser cassada.
Mas eu prometi não falar mais de política neste blog.
Só acho que o momento do Vasco merecia de mais PAZ.