domingo, 17 de abril de 2011

Vasco 2 x 2 Olaria, 8ª rodada da Taça Rio

Não é a toa que o Olaria desbancou o Botafogo e chego nas semis da Taça Rio: Um time que se não é empolgante, sabe se defender e aproveitar as chances de gol.

Chutou a gol hoje quatro vezes: Uma de longe defendida por Prass, uma que Anderson Martins tirou em cima da linha, e os dois gols.Ao contrário do Vasco, que precisa chegar na cara do gol várias vezes para marcar.

Quando vi a escalação com Leandro e Éder na frente, já sabia que seria esse sufoco, pois se o Vasco com Alecsandro já perde gols, imagine com dois atacantes que não sabem finalizar! Esta partida tinha “Elton” escrita na testa em letras garrafais de neon, piscando, e atirando lasers, mas o monsieur Ricardo Gomes demorou até quase metade da segunda etapa para perceber.

Tanto é verdade, que em um quarto de jogo, Elton levou mais perigo ao gol adversário que os outros jogadores de frente na partida toda. Além disso, escancarou a defesa alvianil que precisava ter dois jogadores marcando-o.

Para uma zaga que joga fechada, praticamente na retranca o tempo todo, a receita foi fácil: defender o gol. só isso, o Olaria não precisou de nenhuma marcação especial ou cobertura para fazer uma blitz que parou o Vasco, foi só fechar a área.

Para variar, o gol não veio no lado direito defendido por Allan, mas adivinhem quem marcava o atacante de azul no segundo gol? o próprio. Hoje, o caminho do gol ( os dois!)  vascaíno foi pela esquerda, de Márcio Careca, lateral que nem reserva do Vasco deveria ser.

De início, o Vasco tomou as rédeas do jogo como era esperado, e encontrou as dificuldades para atacar que mencionei acima, mais a partida apagada do maestro Felipe. O Olaria rezava para achar um golzinho, que veio pelos pés de Waldir em uma jogada aparentemente sem muito perigo, mas que o chute resvalou em Rômulo e contou com uma atuação BIZARRA do goleiro vascaíno.

Aliás, vamos fazer uma observação aqui: Todos sabem minha admiração pelo Prass, mas nesse carioca seu nível está sendo bem abaixo do que nos acostumamos. Até aí é normal, mas hoje Fernando Prass… só podia estar jogando sob o efeito de drogas! Além de ter caído como um saco de batatas e mal esticado o braço no primeiro gol adversário, deixou a bola passar num espaço mínimo que era o único que o atacante podia chutar no segundo, e em mais duas oportunidades saiu inexplicavelmente do gol para fazer merda na grande área e foi driblado em ambas.Uma delas só não resultou em gol porque o Anderson foi preciso no corte em cima da linha de cal.

Mas voltando ao jogo em si; Na verdade o Vasco só foi acordar e jogar um futebol parecido com o que vimos na Quarta após estar perdendo de 2. A entrada de Bernardo, mesmo não fazendo uma excepcional partida foi determinante para a melhora, bem como a de Elton, por razões já explicadas. Aí sim o time que já mostrava melhoras depois de sofrer o segundo gol teve uma posse de bola efetiva no campo adversário e levava perigo.

O primeiro gol veio através de pênalti cavado ( já vou falar mais sobre isso!) por Diego Souza após passe de Éder Luís em grande jogada. Bernardo converteu com precisão.

O segundo, já no apagar das luzes na cabeçada do Rômulo, que vem me surpreendendo, e contando com a falha do doleiro Henrique que até então vinha salvando o time da baixada. Aliás, parece que o Vasco só pega goleiros em grande fase!

Agora falemos da arbitragem: Muito fraca. Felipe Gomes inverteu e ignorou um caminhão de faltas a favor do Olaria, como por exemplo o toque de mão do zagueiro Rafael após jogada sensacional de Éder luís que deixava metade do time adversário no chão e sairia na cara do goleiro. Uma jogada para cartão vermelho que passou batida.

No primeiro tempo, após uma jogada que Allan deu o corpo para o adversário o derrubar e o juiz marcou falta do primeiro, houve um lance em que o jogador do Olaria veio em velocidade, pulou por cima da bola e deu um tronco em Éder Luís a um metro da grande área, e não foi marcado nada.

Embora tenham ocorridas várias outras discrepâncias em sua arbitragem, essas foram as piores. Então marcar aquele pênalti não foi nada fora do padrão deste árbitro: Diego Souza foi o malandro de sempre, e funcionou. Já cansei de ver pênaltis sendo anotados por muito menos que isso, como por exemplo o que o juiz de Flamengo x Macaé apontou para o time da globo hoje. ( Aliás, Ronaldinho desperdiçou a cobrança)

No final das contas, a atuação foi fraca mas deu certo, pois com o empate do urubu e a vitória da unimed, o foguinho ( que se fudeu bonito e ainda por cima saiu no escuro do Estádio Vasco da Gama) deu bye para o carioca, e o Vasco sem querer “empurrou” o tricolor pra cima dos mulambos na semi-final, ficando com o próprio Olaria de adversário.

Condição que aí sim, não tenho dúvidas que ganhará com facilidade.

Saudações…/+/…

O JOGO

Leandro foi mesmo o escolhido do técnico Ricardo Gomes para substituir Alecsandro, pendurado com dois cartões amarelos. O Vasco perdeu a referência na área, mas ganhou em movimentação. Logo nos primeiros minutos a velocidade o toque de bola deram a impressão de que foi a melhor opção. Diego Souza estava mais encostado no ataque e teve boas oportunidades. A primeira surgiu justamente nesta alternância com Leandro. A outra, perto do fim do primeiro tempo, parou nas mãos do goleiro Henrique após chute fraco.

Mas o encanto não durou muito. Assim como no ano passado, quando nenhum camisa 9 típico se firmou na equipe, os velhos problemas apareceram. Apesar da intensa troca de posições na frente, o time fica mais fácil de ser marcado, já que os zagueiros conseguem sair da área e adiantar a pressão. Quando tentava jogadas pelas pontas, não havia ninguém na área para finalizar. O time buscou então alternativas. Uma das surpresas foi o zagueiro Anderson Martins. Foram três investidas no ataque sendo que duas foram muito perigosas.

Mas o Vasco não conseguiu abrir o placar. E do outro lado tinha um Olaria organizado e jogando com disposição incrível buscando a sonhada classificação para as semifinais. Certo na defesa e procurando explorar os contra-ataques, o time representava perigo constante. Até que Waldir recebeu dentro da área e, com um drible de corpo, tirou Anderson Martins da jogada e bateu colocado no canto direito do goleiro Fernando Prass.

No segundo tempo o panorama pouco mudou. A grande diferença foi mesmo o time do Olaria. Os jogadores voltaram dispostos a matar o jogo e garantir a vaga nas semifinais. A cautela em relação ao poderio ofensivo do Vasco diminuiu e o time se lançou ao ataque. O resultado foi o segundo gol logo no início em jogada de Danilo pela direita e conclusão de Felipe, novamente sem chances de defesa para Fernando Prass.

Ciente de que seu time estava criando muito pouco, Ricardo Gomes sacou Leandro e colocou Bernardo em seu lugar. A fase do jovem de 20 anos é tão boa que os animados torcedores presentes no Moacyrzão pediam sua entrada desde o primeiro tempo e vibravam a cada toque que o camisa 31 dava na bola.

Coincidência ou não, o Vasco cresceu após a sua entrada. Sem ter de realizar qualquer tipo de troca, Diego Souza se posicionou bem avançado procurando ser a referência que tanto fez falta ao time na etapa inicial. E logo no primeiro lance, o camisa 10 recebeu de Eder Luis em jogada de velocidade e se jogou. O árbitro marcou pênalti convertido pelo xodó Bernardo. O gol esfriou a empolgação do Olaria e deu mais moral ao Vasco.

Para tentar corrigir o posicionamento, Ricardo Gomes lançou Elton no lugar de Felipe, que esteve sumido. A referência logo fez diferença e em duas oportunidades ele quase marcou, sendo uma delas após bicicleta perfeita. Lances como esse intimidaram o Olaria que passou a querer segurar o resultado. Chance concreta apenas uma, milagrosamente salva por Anderson Martins. Já o Vasco se impôs e, no fim, após tanta insistência, Romulo conseguiu, de cabeça, empatar o jogo premiando a disposição do segundo tempo vascaíno.

FICHA TÉCNICA

OLARIA 2 X 2 VASCO

Local: Estádio Cláudio Moacyr, em Macaé (RJ)
Data: 17 de abril de 2011, domingo
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Felipe Gomes da Silva (RJ)
Assistentes: Rodrigo Correa e Wendel Gouvea (ambos de RJ)
Cartões amarelos: Danilo, Renatinho e Henrique (Olaria); Felipe e Felippe Bastos (Vasco)
GOLS:
OLARIA: Valdir, aos 17 minutos do primeiro tempo; Felipe, aos quatro minutos do segundo tempo
VASCO: Bernardo, aos 19 minutos do segundo tempo; Rômulo, aos 46 minutos do segundo tempo
OLARIA: Henrique; Ivan, Thiago Eleotério, Rafael e Amarildo; David, Renan (Renatinho), Danilo (César) e Victor; Felipe e Valdir (Boniek). Técnico: Cleimar Rocha
VASCO: Fernando Prass; Allan, Dedé, Anderson Martins e Márcio Careca; Rômulo, Fellipe Bastos, Felipe (Élton) e Diego Souza; Eder Luis (Enrico) e Leandro (Bernardo). Técnico: Ricardo Gomes

Sem título

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Vasco 3 x 0 Nautico, 1ª mão das oitavas de final da Copa do Brasil

O estádio dos aflitos, outrora conhecido por uma batalha, hoje foi palco de um massacre.

O gigante da colina passou como um rolo compressor sobre o time da casa e reinou absoluto em 90 e poucos minutos de um futebol digno de campeão.

Hoje, o post é atípico: É uma partida onde não há o que mudar, não é possível apresentar falhas, é impossível pedir por mais do que isso; Um 3-0  que ficou muito barato para o Nautico pela partida que o Vasco fez, e pelos gols que não conseguiu marcar.

Não dá para pedir mais.Sinceramente, o Vasco mostrou  uma espantosa evolução em todos os quesitos: Técnica, tática e psicologicamente. A partida ideal é essa, a postura é essa, a tática é essa,e a escalação idem. Se o Vasco jogar sempre assim, vai ganhar tudo.

Parabéns aos jogadores pela grande apresentação, ao Ricardo Gomes que mostrou que têm o elenco na palma da mão, e aos dois mil apaixonados que mostraram que o Vasco, diferente de outros “grandes” arrasta uma multidão para qualquer lugar que vá jogar.

Nesta noite, o vascaíno vai dormir um pouco mais orgulhoso.

Saudações…/+/…

Em tempo:

  • Leandrão foi denunciado ao STJD por ter sido roubado no rio.
  • No sábado serão tratadas as negociações por Éder Luis e Fellipe Bastos.
  • O Vasco está interessado no zagueiro Índio, de 36 anos.

O JOGO

Como já era de se esperar, o Náutico começou com toda força para cima do Vasco. Logo no primeiro ataque, o baixinho Bruno Meneghel, que foi criado nas categorias de base de São Januário, recebeu cruzamento na área e cabeceou no canto. Fernando Prass teve que se esticar todo para salvar o time vascaíno. A torcida do Timbu, que compareceu em bom número nos Aflitos, se empolgou e fez muito barulho nas arquibancadas.

Mesmo com o susto, o Vasco não se abateu e respondeu em seguida. Fellipe Bastos cobrou falta no bico da grande área, e Dedé desviou de cabeça acertando a trave. O lance esfriou a torcida do Náutico, que começou a vaiar as investidas vascaínas. Aos 16, Felipe avançou pelo meio e achou Alecsandro entre os zagueiros. O atacante girou, mas finalizou em cima do goleiro. Foi a vez dos cerca de 2.000 vascaínos presentes no estádio se agitarem.

O jogo ganhou em emoção. Ao mesmo tempo em que o Vasco dominava o meio, o Náutico buscava os contra-ataques para tentar surpreender. Quase conseguiu aos 23. Derley arrancou pela esquerda e cruzou para Ricardo Xavier. Sozinho na área, o atacante dominou a bola, mas finalizou por cima do gol de Fernando Prass.

Porém, o Vasco era mais perigoso e conseguiu chegar ao primeiro gol aos 32. Diego Souza bateu escanteio pela esquerda, e Dedé subiu mais do que todo mundo para movimentar o placar e silenciar parte do estádio nos Aflitos. Oito minutos depois, Fellipe Bastos quase aumentou para a equipe carioca. O volante arriscou de fora da área e a bola explodiu na trave esquerda de Douglas. Impaciente, a torcida do Náutico começou a vaiar a equipe.

O Náutico, que começou o jogo com três atacantes, voltou para o segundo tempo com o volante Elton no lugar de Kieza. Com isso, o técnico Roberto Fernandes tentou igualar as ações no meio, que foi dominado pelo Vasco na etapa inicial. No primeiro ataque do Timbu, um lance duvidoso. Bruno Meneghel entrou na área e caiu após uma dividida com Dedé. Os jogadores pernambucanos ficaram pedindo pênalti, mas o árbitro ignorou.

O jogo que já estava favorável ao Vasco melhorou para a equipe carioca aos seis minutos. Após uma troca de passe, Eder Luis recebeu pela ponta e cruzou para Alecsandro, em posição irregular, aumentar o marcador. O placar era muito ruim para o Timbu, que foi ao ataque. Bruno Meneghel entrou na área e chutou forte, Fernando Prass espalmou. No rebote, Eduardo Ramos isolou a bola. O Timbu continuou em cima. Elton dominou dentro da área e chutou forte, Fernando Prass espalmou e a bola bateu na trave.

O Vasco diminuiu o ritmo e esperava o erro do Náutico para atacar. Ricardo Gomes colocou Bernardo no lugar de Eder Luis para tentar deixar o time com um melhor toque de bola e explorar a velocidade de Leandro, que substituiu Alecsandro. Aos 38, Bernardo perdeu a chance de aumentar. O meia recebeu na área, driblou o goleiro, mas na hora de finalizar, resolveu passar por mais um adversário e acabou chutando longe.

A situação do Náutico piorou aos 40. Elton, que havia entrado no segundo tempo, fez falta dura em Alan e acabou sendo expulso. O Vasco ainda conseguiu ampliar aos 46. Bernardo cobrou falta com categoria para dar números finais ao jogo: 3 a 0.

FICHA TÉCNICA

NÁUTICO 0 X 3 VASCO

Estádio: Aflitos, Recife (PE)
Árbitro: Célio Amorim (SC)
Auxiliares: Thiago Gomes Brigido (CE) e Rosinei Boffman Scherer (SC)

Cartões amarelos: Walter, Elton, Elicarlos (NAU); Rômulo (VAS)
Cartão vermelho: Elton, 39'/2ºT (NAU)

GOLS: Dedé, 32'/1ºT (0-1); Alecsandro, 6'/2ºT (0-2); Bernardo, 47'/2ºT (0-3)

NÁUTICO: Douglas; Derley, Wescley, Walter e Aírton; Everton, Elicarlos (Wlliam - 20'/2ºT), Eduardo Ramos; Kieza (Elton - Intervalo), Bruno Meneghel (Rogério - 33'/2ºT) e Ricardo Xavier. Técnico: Roberto Fernades

VASCO: Fernando Prass, Allan, Dedé, Anderson Martins e Ramon; Rômulo, Fellipe Bastos, Felipe (Jumar - 37'/2ºT) e Diego Souza; Eder Luis (Bernardo - 20'/2ºT) e Alecsandro (Leandro - 27'/2ºT). Técnico: Ricardo Gomes

Sem título

Fonte: GloboEsporte.com (texto) Youtube ( Vídeo) O Globo online (ficha) Netvasco ( Notas)

 

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Porrada em quem?

A última da patrícia Amorim, cabeça da gangue da Gávea, foi hoje:

Durante homenagem realizada na tarde desta segunda-feira na Academia Brasileira de Letras (ABL), a presidente do Flamengo, Patrícia Amorim, aproveitou quando teve a palavra para alfinetar o Vasco.
Patrícia leu um artigo de José Lins do Rego escrito em 1955 para o jornal 'O Globo', na ocasião do bicampeonato estadual do
Flamengo. Além de exaltar o Rubro-Negro, em certo momento do texto o escritor diz ‘que lá embaixo estava o Vasco’. Foi quando a presidente parou e fez um comentário:
- Desde aquela época, né?!

Fonte: GloboEsporte.com

Junte-se ao episódio do carnaval, onde ela cantava junto com mais um bando de alienados uma versão deturpada de um antigo samba-enredo com o seguinte refrão:

“Oh! joga água que é de cheiro, confete e serpentina, vou dar porrada na torcida vascaína”.

Que bonito! Que exemplo essa senhora dá…é lamentável que nesse mundo violento de hoje, uma pessoa a frente de uma instituição desportiva, que deveria prezar pela moral e o bem estar físico e mental de seus associados, diga uma coisa dessas.

Mas até aí, é atitude de MULAMBO e não me surpreende.

O que me surpreende sim, é que Dinamite não respondeu a ambas provocações.

Existe uma assessoria de imprensa no Vasco sim, que garanto que não deixou isso passar despercebido, então não sei o que falta ao nosso “líder” dar a resposta que ela merece.

…/+/…

Como o assunto Juninho não esgota, Caio Júnior e Paulo Autuori, que trabalharam com o atleta no Qatar garantem que o mesmo está em ótimas condições físicas.

Não vou fica aqui me repetindo toda vez que o assunto “Juninho” for trago à tona, ninguém vai ficar mais feliz que  EU quando ele vestir a 31 do Vasco novamente.

Mas vamos combinar que no campeonato ‘Qatarinense” ele não precisava nem estar 100%.

…/+/…

O ABC de Natal, aquele time escroto que eliminamos da Copa do Brasil e alegou que foi roubado, quer três atletas do Vasco.Emprestados, claro, já que comprando-os correriam o risco de não pagar a conta de água.

São eles: Alessandro, Caíque e Enrico.

Como alguém pode ter interesse no Alessandro?? Alguém já viu Alessandro jogando? não, então como ELES poderiam ver?

Caíque não faz falta nem na casa dele, imagina no Vasco, mas eu não queria ver Enrico saindo, pois é um atleta interessante para compor o elenco, até porque nem sempre estarão disponíveis os “titulares”, mas entre ele e Jéferson, mandem o Enrico.

Aproveitem e incluam no pacote o Elder Granja e o Misael, que fazem sabe Deus o que no Vasco.

 

sábado, 9 de abril de 2011

Vasco 2 x 1 Cabofriense, 7ª rodada da Taça Rio

Para começar quero dizer que hoje em dia está difícil ser torcedor do Vasco!

Não tem nada a ver com os anos de espera, com os resultados fracos ou coisa parecida…

E sim por dois motivos:

Primeiro é que se você for no estádio e cantar 80 minutos e xingar 10, o Felipe se acha no direito de dar esporro

Se toca Felipe, o vascaíno em seu estádio têm o direito de cobrar, xingar, elogiar ou cantar o quanto quiser! Se você quer só elogios, então joga winning eleven com sua família!

A vida, como o futebol, é feita de momentos de cobrança, e momentos de elogios. A proporção entre um e outro só depende de você.

Não que eu ache certo o camarada sair de casa para assistir a partida e ficar vaiando, mas eu defenderei o direito dele fazer isso até a morte, e por outro lado, vamos combinar que o Vasco hoje dificultou uma coisa que era mole mole, que é ganhar do patético Cabofriense, porque abusou do direito de perder gols e na ÚNICA chance do adversário sofreu um.

Inclusive você, Felipe, não foi dos piores em campo, mas acho que é quem mais errou passes. Isso é normal, o jogador vive dias ruins e dias bons, mas não queira me pedir para elogiar nos dias bons, como foi contra o Bangu, e também nos ruins,porque o vascaíno pode ser chato, mas não é burro.

E o segundo motivo de estar difícil torcer para o Vasco, é isso que eu mencionei acima: O Vascaíno é um baita de um chato!

Acha que os outros têm que concordar com ele o tempo todo, senão estão errados, e logo procuram um argumento, geralmente pífio, para menosprezar a opinião do outro.

Explico: Antes de postar no blog, normalmente eu entro no Orkut, no fórum netvasco, ou algo do gênero para ver o que os outros estão dizendo. Porque o futebol têm essa particularidade: Duas pessoas podem assistir a mesma partida e enxergar coisas diferentes.

Então antes de vir e deixar meia dúzia de opiniões para vocês, eu procuro observar melhor e ser coeso nas minhas palavras. Acho que isso é minha responsabilidade com vocês.

E o que eu vejo de discussões ridículas entre vascaínos sobre assuntos sem grande importância me deixa embasbacado: É um querendo subir nas costas do outro, querendo que a sua opinião valha mais do que as outras, e se alguém discorda, fudeu, é motivo de argumento.

hoje, vi um forista reclamar de Alecsandro, explicou porque e o outro chegou e ofendeu o rapaz, simples assim. Para “justificar” sua opinião contrária, acusou o primeiro de ser fã do Elton, por isso não poderia elogiar o Alecsandro.

Não é por aí, uma coisa não leva a outra! Eu não deixo de gostar de Alecsandro porque gosto do Elton, ou vice-versa. Verdade seja dita, EU acho que o camisa 9 até o momento, não mostrou um futebol que justificasse a saída de Elton da equipe, embora em iguais condições, ache que ele é sim, melhor.

Eu tenho as minhas opiniões também,e acho que normalmente vocês concordam com elas.As vezes não, mas aqui, sempre foi e sempre serão respeitadas, isso é minha promessa, pois é vosso direito.

Um grande homem certa vez disse :

"Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.

Bem, terminado o desabafo, vamos ao que interessa:

Que sofrimento para sair esse gol, Jesus!

O Vasco fez o dever de casa e venceu o fraco time de Cabo Frio em São Januário, dando fim a uma maratona de três jogos em sete dias que drenou as energias do elenco.

Mas não precisava de tanta emoção! Após um início empolgante, levando perigo com menos de dois minutos, os 13.783 ( QUE MENTIRA, HAVIAM MUITOS MAIS) vascaínos que acompanharam a partida já esperavam mais uma goleada: Alecsandro, Éder Luís, Bernardo e até Fellipe Bastos já haviam passado perto de marcar, mas só com 20 minutos e após perder pelo menos três gols, o Vasco abriu o marcador, com o xodó Bernardo.

Continuasse naquele ritmo, o time cruzmaltino iria para o vestiário com dois ou mais gols, mas a equipe, talvez sentindo o desgaste do terceiro jogo na semana, pisou no freio, e passou a tocar a bola mais para fazer o tempo passar que outra coisa.

Só que o tiro saiu pela culatra, pois o Cabofriense “achou” um gol com Zotti aos 34 que complicou a vida do Vasco, que viu-se obrigado diante de sua torcida,a buscar novamente um futebol dominante.

E ele veio.Verdade seja dita, o Vasco foi dono do jogo inteiro, do primeiro ao último minuto envolveu o adversário, que só não saiu goleado porque o goleiro Flávio estava em uma noite daquelas que pegava até sopro.

Mas, esse domínio do Vasco não se traduzia em gols, porque o time da casa ou falhava no último passe, ou na cara do gol. Como perdeu gols o Vasco hoje! e para não perder o costume, Éder Luís mandou na trave uma bola onde o goleiro já havia ficado para trás

O Vasco pressionou, jogou em cima do adversário sufocando-o na defesa, não correu qualquer perigo, mas o da vitória só chegou aos 40 do segundo tempo, após pênalti marcado sobre Allan ( que mais uma vez aparece no replay do gol adversário) e convertido por Alecsandro.

Nota-se que essa é a terceira expulsão seguida que favorece o Vasco; Contra Bangu, ABC e agora, Cabofriense. Todas corretas, diga-se de passagem. E o segundo pênalti seguido, assegurando a vitória.

Ou seja, não é querer ‘cornetear’ mas não será sempre que o Vasco vai poder contar com um adversário desfalcado, ou um pênalti a favor, portanto, não pode continuar perdendo gols, porque em uma semi ou final de carioca, pode ser que só haja uma ou duas chances de gol.

Esta é a moral que deve ficar sobre essas duas últimas partidas: Todos estão felizes com as vitórias, com o bom momento, mas não devemos nos permitir achar que esse time está totalmente pronto. Ricardo Gomes já percorreu uma grande caminho para tanto, mas ainda falta ao Vasco saber lidar com a ansiedade que vem atrapalhando o time quando precisa marcar.

E para finalizar, a torcida que o Felipe tanto reclama, deu um show ao respeitar com o maior silêncio já ouvido em um campo de futebol, um minuto homenageando as vítimas de Realengo. Crianças que foram privadas de toda uma vida pela frente por um retardado mental que, a sangue frio, atirou contra “brasileirinhos” de 12, 13 ou 14 anos com o único intuito de matar.

Se há um Deus nesse mundo, não há de perdoar este monstro.

E esse, é o mundo que eu e você Carla, deixaremos para nossos garotos…

O JOGO

Antes de o jogo começar, houve uma homenagem para as crianças da escola em Realengo que foram vítimas do atirador Wellington Menezes de Oliveira. O estádio inteiro ficou em silêncio absoluto, e os jogadores se abraçaram no meio de campo. Com a bola rolando, a torcida voltou a fazer muito barulho para empurrar o time. Desde o início o Vasco deu amostras de que não estava disposto a pressionar o adversário.

O ataque estava se entendendo bem. Alecsandro, que já havia chegado perto de marcar após o goleiro rebater uma bola em suas costas, ameaçou o Cabofriense novamente. Aos 13 minutos, Anderson Martins cruzou da direita na medida para o camisa 9, que mandou de cabeça. Flávio voou e fez excelente defesa. Ninguém conseguiu aproveitar o rebote. O arqueiro teve muito trabalho. Pouco depois, ele salvou com o peito um chutaço de perna esquerda dado por Fellipe Bastos da entrada da área.

O gol cruz-maltino estava amadurecendo. Felipe deu lindo lançamento para Bernardo, que cruzou para Eder Luis, de cara para o gol. O camisa 7 não pegou bem na bola e mandou no travessão. O placar foi alterado, enfim, aos 20 minutos, em jogada tramada pelos menos três jogadores. Felipe, desta vez, tocou para Eder Luis, que achou Bernardo dentro da área. O xodó dos vascaínos dominou, se livrou do marcador com muita calma e chutou no cantinho direito: 1 a 0. Na comemoração, fez os gestos com a mão imitando um pombo em um pedido de paz. Na sequência, junto com o amigo Fellipe Bastos, celebrou dançando funk.

O Vasco seguiu melhor, mas acabou errando na defesa e foi surpreendido. Aos 34 minutos, Léo Itaperuna recebeu nas costas de Allan e bateu cruzado. Fernando Prass defendeu e deu o rebote para o meio da área. Zotti aproveitou e mandou para o fundo da rede: 1 a 1. Antes do fim da primeira etapa, a equipe da Colina esteve perto de ficar à frente novamente. Eder Luis rolou para Felipe, que, de perna direita, chutou forte no canto. Flávio defendeu.

Na volta do vestiário, o Vasco levou um grande susto logo no início, quando Luciano Totó desviou de cabeça e Fernando Prass voou para tirar a bola do ângulo. Mas era a equipe cruz-maltina que comandava as ações, e o panorama ficou melhor após a expulsão de Assunção, aos 11 minutos. Este foi o terceiro jogo seguido que um adversário levou o vermelho. Com a vantagem numérica, o técnico Ricardo Gomes revolveu tirar o volante Fellipe Bastos e colocou o atacante Leandro para deixar a equipe mais ofensiva.

A pressão cruz-maltina continuou, e dificuldade de penetrar na defesa do Cabofriense. Em uma destas oportunidades, Leandro recebeu cruzamento da direita, deu lindo drible no marcador e chutou de perna esquerda. A defesa desviou a bola para a linha de fundo. Pouco depois, Dedé mandou de cabeça e André Paulino salvou em cima da linha o gol certo.

O Vasco abusou do direito de perder gol feito aos 33 minutos. Felipe cruzou na medida para Dedé, que desviou de cabeça para o meio da área. Romulo, dentro da pequena área, chutou fraco e facilitou para a defesa de Flávio. Aos 34 minutos, Ricardo Gomes colocou Enrico na vaga de Bernardo e ouviu os grito de "Burro" da torcida.

Os torcedores testemunharam mais uma sequência impressionante de gols perdidos, boas defesas do goleiro Flávio e uma dose de sorte do Cabofriense. Felipe, da entrada da área, mandou uma bomba rente à trave esquerda. Na jogada seguinte, após uma linda defesa de Flávio, André Olveira salvou um gol de bicicleta. Depois, Leandro acertou o travessão.

Quando a torcida já estava impaciente, veio o gol e a classificação. Aos 40 minutos, Allan foi derrubado e o árbitro assinalou o pênalti. Alecsandro foi para a bola e cobrou com perfeição no canto direito de Flávio, que desta vez nada pôde fazer. Festa nas arquibancadas e provocações ao rival Flamengo, que está na final do Carioca: "Ô Urubu, pode esperar, a sua hora vai chegar".

FICHA TÉCNICA

VASCO 2 X 1 CABOFRIENSE

Local: São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
Data/Hora: 9/4/
2011 - 18h30 (de Brasília)
Renda/Público: R$ 214.950 / 13.783 presentes
Árbitro: Antônio Frederico dos Santos (RJ)
Auxiliares: Lilian da Silva Fernandes (RJ) e Andréa Izaura Maffra (RJ)
Cartões amarelos: Anderson Martins, Fellipe Bastos, Alecsandro (VAS); Léo Itaperuna, Assunção e Zé Carlos (CAB)
Cartão vermelho: Assunção, 12'/2ºT (CAB)

GOLS: Bernardo, 20'/1ºT (1-0); Zotti, 34'/2ºT (1-1); Alecsandro, 40'/2ºT)

VASCO: Fernando Prass; Allan, Dedé, Anderson Martins e Allan; Rômulo, Fellipe Bastos (Leandro, 21'/2ºT), Felipe e Bernardo (Enrico, 33'/2ºT); Eder Luis e Alecsandro - Técnico: Ricardo Gomes.

CABOFRIENSE: Flavio, Vagner, Zé Carlos, André Paulino e Everton; Luciano Totó, Cardoso, Diego Sales (Arílson, 28'/1ºT) e Zotti (André Oliveira, 13'/2ºT), Léo Itaperuna (Allan, 21'/2ºT) e Assunção - Técnico: Lucho Nizzo.

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Fontes: Texto: Globoesporte.com, Vídeo: Youtube, Ficha: Globo online, pontuações: Netvasco.com.br

 

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Quem?

Disseram por aí, que um tal de Milton Neves andou falando merda sobre o Vasco…

quem é esse rapaz? Eu não conheço…

Já o Vasco todo mundo conhece. Nem todos gostam, afinal o sucesso de uns é a inveja de outros, mas não existe um brasileiro que não conheça o Vasco.

E tem gente que dá atenção…

…/+/…

 

Meu Deus, Élder Granja ainda vive as custa do Vasco?!

 

Detalhe para um trecho da reportagem do Globoesporte:

No ano passado, Elder Granja chegou ao clube com status de titular, mas nas poucas oportunidades que recebeu não teve um grande desempenho.

POUCAS?

…/+/…

Não é para defender o Elton, já que ele recebe para trabalhar para o Vasco jogando ou não, mas…

Primeiro, multar o atleta por algumas horas de atraso, nem houve falta, me parece uma decisão muito ríspida. Um aviso nessa primeira ocorrência já me parecia de bom tamanho, para numa reincidência sim, haver multa.

Em em segundo, é uma situação que eu já esperava acontecer:

Desde que Alecsandro chegou, fora de forma ideal como aliás ainda está, Elton foi barrado, sem explicações.

Quando Marcel fugiu, ele estava lá, e jogou bem apesar de não ter marcado nas duas ocasiões, aí chegou Alecsandro mesmo fora de forma, e rouba-lhe a vaga, como se o novo camisa 9 do Vasco fosse algum gênio? Alecsandro é um baita atacante sim, mas nenhum fenômeno que se justifique uma escalação precipitada.

Depois, Elton entrou no final de dois jogos que não devem ter somado 10 minutos em ambos.

Eu sei que o Caetano não gosta dele, e parece que Ricardo Gomes também não, o que é uma pena porque Elton pode ser uma peça muito importante para o Vasco, sendo titular ou reserva, mas o que não pode acontecer é essa falta de respeito com o trabalho de um profissional  que já ajudou muito o Vasco.

Ou ninguém lembra de quantos jogos ganhamos em 2009 com gols do Elton? Quantos bichos ele garantiu pro time?

Não é por aí não…

Não justifica um atraso intencional, mas é bom que as duas partes cheguem a um acordo, porque uma hora o Alecsandro vai se machucar, e aí eu quero ver quem vai assumir o posto de centro avante. Lipe? Nilson? Éder Luís que perde gol na cara?

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Otário

Leandrão nunca me decepciona!

Eu esperava que ele não jogasse nada em Natal – e não jogou

Depois , esperei que ele não fizesse nada ontem – e não fez

Após o jogo, torci que ele soltasse mais uma de suas “pérolas”, ou diarreias mentais para que a comissão de arbitragem tivesse uma prova concreta para que os perdedores ( no esporte e na vida) de Natal fossem punidos.

E Leandrão não me desapontou!

- Passei a noite pensando no jogo e cheguei a uma conclusão: qual turista vem ao Rio e não é roubado? - escreveu o jogador em sua página no Twitter, para prosseguir:
- Chegando ao aeroporto! Time chateado, não porque perdemos, mas sim pela maneira como perdemos.

Fonte: GloboEsporte.com

Bem, para começar, Leandrão é um otário, se não fosse jogaria em time grande, mas joga no ABC…

Em segundo lugar, se ele veio ao Rio e foi roubado, sugiro que ele procure uma delegacia e preste queixa para tentar reaver o bem roubado, porque no jogo, roubados foram os torcedores que pagaram e não entraram, o ABC perdeu no campo e só eles não enxergam o pênalti que aquele zagueiro GORDO cometeu em Ramon.

Ramon foi malandro, fez a jogada do jeito que devia fazer para conseguir o pênalti, e o gordo caiu na dele e cometeu a infração, azar o dele, isso se chama futebol, caso não tenham percebido.

Como diria meu pai, todos os dias saem de casa um otário e um malandro, e quando os dois se encontram, rola um negócio.

(o otário é o Tiago Garça, caso precisem de tradução)

Pombas, peraí, o ABC acha mesmo que mesmo que não tivesse saído o pênalti iria sair classificado daqui? jogando o futebol que jogou? que perigo o ABC levou ao Vasco, tirando o gol, numa jogada que nunca mais na vida o Cascata acerta? O Vasco mandou o jogo todo, vamos lá…

E para finalizar o assunto, se o ABC acha mesmo que foi roubado, o que não aconteceu, sugiro que o Leandrão, o bigodudo técnico, e o zagueiro gordo assistam mais aos jogos do Vasco ( e do Botafogo) para aprenderem o que é ser roubado!

Só mais uma coisa; Leandrão é um babaca.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Vasco 2 x 1 ABC, 2ª rodada Copa do Brasil

Bem que o ABC tentou vender caro a classificação vascaína,até saiu na frente em uma jogada que nunca mais na vida o pobre do Cascata vai acertar, chegando inclusive no intervalo a frente do marcador.

Mas o time da casa não é conhecido como “O time da virada” por acaso, como Diego Souza já profetizava na saída para o vestiário; “Vamos virar”.

E virou, com Alecsandro convertendo penalidade que só o treinador do ABC não enxergou, e Bernardo.

A partida começou como deveria, o Vasco era dono do jogo e sufocava o modesto time do RN na defesa, e… bem, foi isso o jogo todo!

Em algumas oportunidades, Renatinho e Cascata que perceberam que Allan não possui o menor jeito para defender causaram pane na defesa vascaína, e em uma dessas oportunidades como eu disse antes, Cascata driblou Allan e  chutou no canto esquerdo de Prass que não alcançou, para não dizer que nunca fez um gol bonito na vida. O Vasco errava ao achar espaço, batendo demasiadas vezes de fora da área, e sempre mal. Como disse Alcesandro na volta do intervalo, o time precisava “parar de todo mundo querer fazer gols”, e o fez, no segundo tempo pouco se chutou, ao contrário disso, o Vasco trabalhou a bola nos pés e continuava sufocando o adversário na zaga.

-Time pequeno é foda! não pode achar um golzinho que se fecha todo na retranca, praticamente um ‘catenaccio”.

E como diria o ditado “Água mole em pedra dura tanto bate até que fura”, Ramon – em sua melhor participação no jogo- cavou ( no bom sentido) um pênalti bem cobrado pelo 9 vascaíno, e de quebra cometeu a expulsão do gordo zagueiro Tiago Garça do ABC, time do Pelé.

A partir daí, a posse de bola deve ter sido 99% vascaína, e o segundo gol era questão de tempo, no caso 32 minutos através de Bernardo fuzilando uma bola tocada na pequena área por Éder Luís depois de bela jogada na linha de fundo.

E não preciso dizer mais nada, passamos de fase, sem goleada dessa vez, mas passamos. Estaria mentindo se dissesse que não estava ansioso no intervalo, mas nunca duvidei da classificação.

A próxima vítima se chama Náutico, mas antes disso temos que destruir a Cabofriense pelo carioca.

VAAAAAAAAAAAAAAAAAASSSCOOOOOOOOOO!!!!!

PS: Grande camarada LISO, tava sofrendo durante a partida postando no post antigo! HAHAHA Quem não sofre não torce né parceiro?!

PS2: Blog do Gago atualizado, comentem lá ( ou não) www.blogdogago.com

terça-feira, 5 de abril de 2011

Cambada, gatarrada, gataria

Antes Gatos que ratos:

Vem cá bichaaano

…/+/…

Antes, a zaga era o calcanhar de Aquiles do desencontrado Vasco. Agora, lá se vão quatro jogos sem levar gols, sendo dois clássicos, e

uma invencibilidade de 360 minutos para Fernardo Prass.

Dedo do treinador? Ou a subida de produção do Mito?

…/+/…

Segundo o (grande) jornalista Jorge Eduardo, Mandarino afirmou que o Vasco está no mesmo grupo de Flamengo e Conrinthians no contrato da Globo, e não recebe menos que eles, sendo a diferença entre os clubes no final das contas, quantos pacotes de PPV eles vendem.

…/+/…

Todos os anos, o Carioca mesmo sem ter o poder aquisitivo do Paulista, revela alguns jogadores interessantes.

Neste ano, vários jogadores do Nova Iguaçu interessam aos quatro grandes ( Fluminense é time grande?) e o lateral Cortês já ingressou no Botafogo.

Já o Vasco estaria trazendo Diogo e Barbio do Nova Iguaçu.

Se procurar bem, nos times pequenos têm vários jogadores de potencial para pelo menos compor elenco.

 

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domingo, 3 de abril de 2011

Vasco 4 x 0 Bangu, 6ª rodada da Taça Rio

(blog do Gago atualizado, comentem! =D www.blogdogago.com)

Pode parecer fácil comentar um jogo desses. Mas não é.

Não que o Vasco me decepcionou hoje, nem poderia, ganhando de 4 x 0, uma goleada é sempre bom. Mas eu fico me perguntando por que o mesmo tipo de apresentação não foi nos dada na Quarta-feira diante do ABC.

Hoje, o Vasco acertou tudo, foi perfeito. Sempre há espaços para melhorar, mas de uma maneira geral o Vasco foi superior em tudo, e só não goleou por mais três ou quatro gols porque o goleiro deles é uma grata surpresa desse Carioca.

O nome do jogo não poderia ser outro: Felipe.

Ele pode não ser um exemplo de amor à camisa, de ídolo, mas é certamente ainda um jogador que desequilibra,um craque que decide, que é o que importa. Após vários meses, finalmente Felipe está no topo de sua forma física, e aí é até covardia, os adversários simplesmente não conseguem prever o que o “maestro” vai fazer.

O que me leva ao ponto fraco do Vasco hoje: É justamente o seu jogador que está desequilibrando; O camisa 6 da colina.

Contra o ABC, vimos a falta que ele faz, e isso não pode acontecer ao Vasco, depender de um jogador, ainda mais um que nem sempre estará disponível devido ao inevitável peso da idade.

Eu, prefiro ser otimista e pensar que assim que alguns jogadores que chegaram com um nível de preparação física abaixo do ideal atingirem esse ponto, o Vasco vai deslanchar a nível nacional e não só estadual. Talvez seja por isso que Felipe está sendo tão preciso; Um jogador que faz a bola correr até os pés do companheiro, e não o contrário.

Na verdade, sendo justo eu acredito que hoje foi mais um passo em direção à preparação ideal do time, quando o Vasco como um todo faz tudo direito, jogadores e treinador, é difícil segurar, pois a qualidade do elenco fala mais alto.

Voltando ao jogo, o Bangu foi um adversário de valor, pode parecer que uma goleada de 4 x 0 foi conquistada logo no início do jogo, e administrada no segundo tempo, mas não foi assim. Na verdade, o Vasco era de longe mais perigoso, mas não acertava o último passe, e o primeiro gol só veio aos 40.

Claro, com exceção de Felipe, que antes de servir com precisão Dedé no lance do gol, já havia deixado Éder Luís na cara do gol, que perdeu, como de costume.

O Bangu é limitado lógico, mas foi o primeiro a assustar; Uma falta cobrada com veneno por Tiano, que eu não sei como não vai parar em um time grande, defendida pela trave e rechaçada por Prass e um pouco de sorte. O time da zona oeste vendeu caro a derrota até o intervalo, quando o Vasco resolveu atropelar. Mas foi um exemplo de fair-play, jogou sério, não usou de violência exceto o descontrolado Raphael que cotovelou Felipe Bastos, e mesmo após estar perdendo de 4, viu Allan ( que estava abusado) tentar uma lambreta e não perdeu a pose. Na verdade, os jogadores do Bangu em alguns lances até usaram de habilidade, como Possato que deu uma bonita caneta em Diego Souza.

Individualmente vale destacar que Ramon mesmo jogando mal é melhor que Márcio Careca, Allan que é volante está se saindo um bom lateral, Diego Souza, Leandro e Alecsandro estão se esforçando muito para render mesmo fora de forma, e Éder Luís precisa ficar fazendo cerão treinando finalizações após o expediente. Não, eu não estou esquecendo que o próprio marcou um belo gol de fora da área, mas na frente do goleiro não é a primeira nem a segunda vez que o Chico Bento perde um gol. O que não chegou a tirar o brilho de sua atuação. Bernardo no pouco que jogou, foi brilhante.

Na estreia do novo uniforme homenageando os camisas negras, a torcida deu um show e lotou o Estádio Vasco da Gama, e de presente recebeu uma atuação de gala, agora vamos torcer para que isso se torne hábito.

Saudações…/+/…

O JOGO

Empolgado com um público que encheu São Januário, o Vasco partiu para cima do rival. A volta de Felipe trouxe um toque de experiência e cadência que tanto faltaram contra o ABC, na última quarta-feira, pela Copa do Brasil. Foi o camisa 6 quem ditou o ritmo da partida, mostrando ser peça fundamental no esquema de jogo montado pelo técnico Ricardo Gomes.

Quem também se destacou foi a outra novidade do time: Fellipe Bastos. O substituto de Eduardo Costa, lesionado, deu novo ritmo ao meio-campo vascaíno. Além de velocidade e toque de bola, os chutes de longe, sua principal arma, tornaram-se opções constantes. Foi desta maneira que o Vasco criou suas duas primeiras oportunidades. Primeiro, um chute com força. Depois, um colocado.

O Bangu se mostrava um time empenhado e chegou a obrigar Prass a realizar grande defesa em falta de Tiano. Até que veio a expulsão de Raphael, depois de acertar o cotovelo no rosto de Fellipe Bastos em uma disputa de bola pelo alto. Com a defesa adversária mais aberta, o show de Felipe começou.

Foram passes precisos, dribles curtos, toques de efeito e até um chute colocado para defesa importante de Thiago Leal. Um vasto repertório que estava em falta. O Vasco poderia ter aplicado uma goleada ainda no primeiro tempo. Eder Luis, por exemplo, desperdiçou duas chances inacreditáveis. Uma após passe açucarado do camisa 6. Outra, em grande jogada individual.

Se os atacantes não faziam, coube a um zagueiro abrir o placar. Felipe colocou Dedé na cara do gol. O chute de primeira saiu um pouco truncado, mas quicou no gramado e enganou o goleiro Thiago Leal, até então um dos grandes nomes da partida.

No segundo tempo, o Trem Bala da Colina não diminuiu o ritmo. E novamente Felipe foi o maquinista. Logo no início, o camisa 6 deu outro passe na medida para Eder Luis apagar as oportunidades desperdiçadas no início da partida. Desta vez, o camisa 7 soltou uma bomba no cantinho, com muita precisão. O gol deu ainda mais tranquilidade ao Vasco, que, bem aplicado taticamente, não deixou o Bangu respirar.

O jogo já estava resolvido, mas o Vasco queria muito mais. Alecsandro, que fazia outra partida apenas razoável, muito preso entre os zagueiros do Bangu, recebeu um passe na medida de Bernardo, que entrara no lugar de Diego Souza. O camisa 9 só teve o trabalho de empurrar para o fundo do gol e desencantar com a camisa do Vasco. A jogada começou com Felipe. Foi ele quem esticou a bola para Bernardo, na cara do gol. Euforia total dos mais de 16 mil presentes na Colina, aos 27 do segundo tempo.

Depois de três participações decisivas, faltava o gol do dono do jogo. E ele veio dois minutos depois. Felipe recebeu na entrada da área, levantou a cabeça e não teve dúvida. Mandou com efeito, como se estivesse cobrando uma falta. O goleiro só pulou para constar. O domingo estava fechado com perfeição. Presente mais do que merecido para um ídolo que prova não ter voltado ao clube só a passeio.

FICHA TÉCNICA


Vasco 4 x 0 Bangu
Estádio: São Januário, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Eduardo Cordeiro Guimarães (RJ)
Auxiliares: Flavio Manoel da Silva (RJ) e Sergio Waldman (RJ)
Cartão vermelho: Rafael (19'/1ºT)
Gols: Dedé 1-0 (40'/1ºT), Éder Luís 2-0 (2'/2ºT), Alecsandro 3-0 (24'/2ºT) e Felipe 4-0 (29'/2ºT)
Vasco: Fernando Prass, Allan, Dedé, Anderson Martins e Ramon, Fellipe Bastos (Jumar), Rômulo, Felipe e Diego Souza (Bernardo); Éder Luís (Leandro) e Alecsandro. Técnico: Ricardo Gomes
Bangu: Thiago Leal, Gedeilson, Abílio, Diego Padilha e fabiano; Rafael, Josiel, Tiano ( Possato) e Ricardinho (Thiago Galhardo); Somália e Pipico (Esquerdinha). Técnico: Marcão
Fonte: GloboEsporte.com (texto) Youtube ( Vídeo) Globo Online (ficha)

sábado, 2 de abril de 2011

Campeão de Terra, Mar e Areia.

O título do mundial de Beach Soccer ainda rende frutos:

Toda homenagem é válida.

 

…/+/…

Ricardo Gomes sacou que Bernardo não jogou nada nas duas últimas partidas e com a volta de Felipe, colocou o garoto na reserva.

De repente é o que o garoto precisa; Mais tranquilidade e menos cobrança; Até a partida contra o Madureira ninguém esperava muito dele, exceto eu.

…/+/…

A diretoria luta a vários meses para conseguir adequar o estádio de São Januário para abrigar clássicos locais, que não são disputados ali desde 2005. A muito isso é pedido por todos os vascaínos, e nada mais justo; disputar um clássico com mando de campo do Vasco em casa, e não em campo neutro.

Finalmente parece que isso vai sair das promessas, pois o clube irá assinar um terno de conduta com o Ministério Público Federal, se comprometendo a continuar realizando melhorias no estádio afim de comportar estes jogos.

Nada está confirmado ainda, e provavelmente caso seja, nem todos os clássicos poderão ser jogados em São Januário, como partidas decisivas, caso em que deverão ser realizadas no Engenhão, mas já é um começo. Falta ainda definir a melhor negociação com os outros clubes a respeito de divisão de ingressos, já que em São Januário não será possível ceder 50% dos ingressos ao time visitante, e logicamente o mesmo não será oferecido ao Vasco quando visitante.

E está ficando uma beleza:

…/+/…

Esperei até agora para falar de Juninho, na esperança que o assunto a esta altura já estivesse definido, ou quase.

Mas não está. O que sabemos é que Dinamite garantiu que Juninho volta após o término de seu contrato com o time “Qatarinense”, coisa que nem seu agente, nem Caetano confirmaram.

O que ambos dizem, é que Juninho não pode falar sobre isso, o que é compreensível, mas que ele QUER voltar para o Vasco, mas com algumas condições, as quais se verdadeiras são muito justas.

A contribuição de uma volta de Juninho seria enorme, mesmo que EU tenha minhas dúvidas sobre ela em campo, se o reizinho quiser, ele volta até no natal para ser Papai Noel no Vasco.

Seria ótimo ver aquele Juninho de volta, mas não se iludam:  não será “aquele” Juninho, assim como não voltaram da Europa “aquele” Ronaldo, “aquele” Adriano, “aquele” Roberto Carlos, “aquele” Mancini, “aquele” Ronaldinho Gaúcho, “aquele” Edu, e por aí vai…

Mas seja qual Juninho for, sua presença em SJ sempre será benéfica, dentro e fora de campo.

Aliás, o Vasco deveria arrumar um “emprego” para todos esses nosso ídolos continuarem em São Januário após pendurarem a chuteira.

Seja como for, o assunto Juninho deve ser resolvido em até 10 dias.