domingo, 3 de abril de 2011

Vasco 4 x 0 Bangu, 6ª rodada da Taça Rio

(blog do Gago atualizado, comentem! =D www.blogdogago.com)

Pode parecer fácil comentar um jogo desses. Mas não é.

Não que o Vasco me decepcionou hoje, nem poderia, ganhando de 4 x 0, uma goleada é sempre bom. Mas eu fico me perguntando por que o mesmo tipo de apresentação não foi nos dada na Quarta-feira diante do ABC.

Hoje, o Vasco acertou tudo, foi perfeito. Sempre há espaços para melhorar, mas de uma maneira geral o Vasco foi superior em tudo, e só não goleou por mais três ou quatro gols porque o goleiro deles é uma grata surpresa desse Carioca.

O nome do jogo não poderia ser outro: Felipe.

Ele pode não ser um exemplo de amor à camisa, de ídolo, mas é certamente ainda um jogador que desequilibra,um craque que decide, que é o que importa. Após vários meses, finalmente Felipe está no topo de sua forma física, e aí é até covardia, os adversários simplesmente não conseguem prever o que o “maestro” vai fazer.

O que me leva ao ponto fraco do Vasco hoje: É justamente o seu jogador que está desequilibrando; O camisa 6 da colina.

Contra o ABC, vimos a falta que ele faz, e isso não pode acontecer ao Vasco, depender de um jogador, ainda mais um que nem sempre estará disponível devido ao inevitável peso da idade.

Eu, prefiro ser otimista e pensar que assim que alguns jogadores que chegaram com um nível de preparação física abaixo do ideal atingirem esse ponto, o Vasco vai deslanchar a nível nacional e não só estadual. Talvez seja por isso que Felipe está sendo tão preciso; Um jogador que faz a bola correr até os pés do companheiro, e não o contrário.

Na verdade, sendo justo eu acredito que hoje foi mais um passo em direção à preparação ideal do time, quando o Vasco como um todo faz tudo direito, jogadores e treinador, é difícil segurar, pois a qualidade do elenco fala mais alto.

Voltando ao jogo, o Bangu foi um adversário de valor, pode parecer que uma goleada de 4 x 0 foi conquistada logo no início do jogo, e administrada no segundo tempo, mas não foi assim. Na verdade, o Vasco era de longe mais perigoso, mas não acertava o último passe, e o primeiro gol só veio aos 40.

Claro, com exceção de Felipe, que antes de servir com precisão Dedé no lance do gol, já havia deixado Éder Luís na cara do gol, que perdeu, como de costume.

O Bangu é limitado lógico, mas foi o primeiro a assustar; Uma falta cobrada com veneno por Tiano, que eu não sei como não vai parar em um time grande, defendida pela trave e rechaçada por Prass e um pouco de sorte. O time da zona oeste vendeu caro a derrota até o intervalo, quando o Vasco resolveu atropelar. Mas foi um exemplo de fair-play, jogou sério, não usou de violência exceto o descontrolado Raphael que cotovelou Felipe Bastos, e mesmo após estar perdendo de 4, viu Allan ( que estava abusado) tentar uma lambreta e não perdeu a pose. Na verdade, os jogadores do Bangu em alguns lances até usaram de habilidade, como Possato que deu uma bonita caneta em Diego Souza.

Individualmente vale destacar que Ramon mesmo jogando mal é melhor que Márcio Careca, Allan que é volante está se saindo um bom lateral, Diego Souza, Leandro e Alecsandro estão se esforçando muito para render mesmo fora de forma, e Éder Luís precisa ficar fazendo cerão treinando finalizações após o expediente. Não, eu não estou esquecendo que o próprio marcou um belo gol de fora da área, mas na frente do goleiro não é a primeira nem a segunda vez que o Chico Bento perde um gol. O que não chegou a tirar o brilho de sua atuação. Bernardo no pouco que jogou, foi brilhante.

Na estreia do novo uniforme homenageando os camisas negras, a torcida deu um show e lotou o Estádio Vasco da Gama, e de presente recebeu uma atuação de gala, agora vamos torcer para que isso se torne hábito.

Saudações…/+/…

O JOGO

Empolgado com um público que encheu São Januário, o Vasco partiu para cima do rival. A volta de Felipe trouxe um toque de experiência e cadência que tanto faltaram contra o ABC, na última quarta-feira, pela Copa do Brasil. Foi o camisa 6 quem ditou o ritmo da partida, mostrando ser peça fundamental no esquema de jogo montado pelo técnico Ricardo Gomes.

Quem também se destacou foi a outra novidade do time: Fellipe Bastos. O substituto de Eduardo Costa, lesionado, deu novo ritmo ao meio-campo vascaíno. Além de velocidade e toque de bola, os chutes de longe, sua principal arma, tornaram-se opções constantes. Foi desta maneira que o Vasco criou suas duas primeiras oportunidades. Primeiro, um chute com força. Depois, um colocado.

O Bangu se mostrava um time empenhado e chegou a obrigar Prass a realizar grande defesa em falta de Tiano. Até que veio a expulsão de Raphael, depois de acertar o cotovelo no rosto de Fellipe Bastos em uma disputa de bola pelo alto. Com a defesa adversária mais aberta, o show de Felipe começou.

Foram passes precisos, dribles curtos, toques de efeito e até um chute colocado para defesa importante de Thiago Leal. Um vasto repertório que estava em falta. O Vasco poderia ter aplicado uma goleada ainda no primeiro tempo. Eder Luis, por exemplo, desperdiçou duas chances inacreditáveis. Uma após passe açucarado do camisa 6. Outra, em grande jogada individual.

Se os atacantes não faziam, coube a um zagueiro abrir o placar. Felipe colocou Dedé na cara do gol. O chute de primeira saiu um pouco truncado, mas quicou no gramado e enganou o goleiro Thiago Leal, até então um dos grandes nomes da partida.

No segundo tempo, o Trem Bala da Colina não diminuiu o ritmo. E novamente Felipe foi o maquinista. Logo no início, o camisa 6 deu outro passe na medida para Eder Luis apagar as oportunidades desperdiçadas no início da partida. Desta vez, o camisa 7 soltou uma bomba no cantinho, com muita precisão. O gol deu ainda mais tranquilidade ao Vasco, que, bem aplicado taticamente, não deixou o Bangu respirar.

O jogo já estava resolvido, mas o Vasco queria muito mais. Alecsandro, que fazia outra partida apenas razoável, muito preso entre os zagueiros do Bangu, recebeu um passe na medida de Bernardo, que entrara no lugar de Diego Souza. O camisa 9 só teve o trabalho de empurrar para o fundo do gol e desencantar com a camisa do Vasco. A jogada começou com Felipe. Foi ele quem esticou a bola para Bernardo, na cara do gol. Euforia total dos mais de 16 mil presentes na Colina, aos 27 do segundo tempo.

Depois de três participações decisivas, faltava o gol do dono do jogo. E ele veio dois minutos depois. Felipe recebeu na entrada da área, levantou a cabeça e não teve dúvida. Mandou com efeito, como se estivesse cobrando uma falta. O goleiro só pulou para constar. O domingo estava fechado com perfeição. Presente mais do que merecido para um ídolo que prova não ter voltado ao clube só a passeio.

FICHA TÉCNICA


Vasco 4 x 0 Bangu
Estádio: São Januário, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Eduardo Cordeiro Guimarães (RJ)
Auxiliares: Flavio Manoel da Silva (RJ) e Sergio Waldman (RJ)
Cartão vermelho: Rafael (19'/1ºT)
Gols: Dedé 1-0 (40'/1ºT), Éder Luís 2-0 (2'/2ºT), Alecsandro 3-0 (24'/2ºT) e Felipe 4-0 (29'/2ºT)
Vasco: Fernando Prass, Allan, Dedé, Anderson Martins e Ramon, Fellipe Bastos (Jumar), Rômulo, Felipe e Diego Souza (Bernardo); Éder Luís (Leandro) e Alecsandro. Técnico: Ricardo Gomes
Bangu: Thiago Leal, Gedeilson, Abílio, Diego Padilha e fabiano; Rafael, Josiel, Tiano ( Possato) e Ricardinho (Thiago Galhardo); Somália e Pipico (Esquerdinha). Técnico: Marcão
Fonte: GloboEsporte.com (texto) Youtube ( Vídeo) Globo Online (ficha)

sábado, 2 de abril de 2011

Campeão de Terra, Mar e Areia.

O título do mundial de Beach Soccer ainda rende frutos:

Toda homenagem é válida.

 

…/+/…

Ricardo Gomes sacou que Bernardo não jogou nada nas duas últimas partidas e com a volta de Felipe, colocou o garoto na reserva.

De repente é o que o garoto precisa; Mais tranquilidade e menos cobrança; Até a partida contra o Madureira ninguém esperava muito dele, exceto eu.

…/+/…

A diretoria luta a vários meses para conseguir adequar o estádio de São Januário para abrigar clássicos locais, que não são disputados ali desde 2005. A muito isso é pedido por todos os vascaínos, e nada mais justo; disputar um clássico com mando de campo do Vasco em casa, e não em campo neutro.

Finalmente parece que isso vai sair das promessas, pois o clube irá assinar um terno de conduta com o Ministério Público Federal, se comprometendo a continuar realizando melhorias no estádio afim de comportar estes jogos.

Nada está confirmado ainda, e provavelmente caso seja, nem todos os clássicos poderão ser jogados em São Januário, como partidas decisivas, caso em que deverão ser realizadas no Engenhão, mas já é um começo. Falta ainda definir a melhor negociação com os outros clubes a respeito de divisão de ingressos, já que em São Januário não será possível ceder 50% dos ingressos ao time visitante, e logicamente o mesmo não será oferecido ao Vasco quando visitante.

E está ficando uma beleza:

…/+/…

Esperei até agora para falar de Juninho, na esperança que o assunto a esta altura já estivesse definido, ou quase.

Mas não está. O que sabemos é que Dinamite garantiu que Juninho volta após o término de seu contrato com o time “Qatarinense”, coisa que nem seu agente, nem Caetano confirmaram.

O que ambos dizem, é que Juninho não pode falar sobre isso, o que é compreensível, mas que ele QUER voltar para o Vasco, mas com algumas condições, as quais se verdadeiras são muito justas.

A contribuição de uma volta de Juninho seria enorme, mesmo que EU tenha minhas dúvidas sobre ela em campo, se o reizinho quiser, ele volta até no natal para ser Papai Noel no Vasco.

Seria ótimo ver aquele Juninho de volta, mas não se iludam:  não será “aquele” Juninho, assim como não voltaram da Europa “aquele” Ronaldo, “aquele” Adriano, “aquele” Roberto Carlos, “aquele” Mancini, “aquele” Ronaldinho Gaúcho, “aquele” Edu, e por aí vai…

Mas seja qual Juninho for, sua presença em SJ sempre será benéfica, dentro e fora de campo.

Aliás, o Vasco deveria arrumar um “emprego” para todos esses nosso ídolos continuarem em São Januário após pendurarem a chuteira.

Seja como for, o assunto Juninho deve ser resolvido em até 10 dias.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Vasco 0 x 0 ABC, 2ª rodada CB

Não dá para pegar um ABC da vida e ser tão pouco inspirado, mesmo com desfalques importantes como Ramon, Fágner e Felipe.

É claro que o adversário iria jogar a vida hoje, assim como vai fazer o mesmo na partida de volta em São Januário, isso é de praxe, então para uma equipe que ainda não está totalmente em forma, entrosada ou conhecedora do novo esquema, a mesma vontade que os jogadores do ABC demonstraram era essencial.

Não foi isso que vi, o Vasco sentiu a falta de seus jogadores, sentiu a pressão da torcida local e a bem da verdade, não se impôs como o time grande que é, dono do elenco que têm, e o ABC ganhava quase tudo; divididas, cabeceios, sobras…

No final das contas, o Vasco não ganhou não porque o adversário é um bom time. Não ganhou porque não mereceu, porque não agrediu o adversário, não soube marcar gols, e nem manter o time da casa longe do seu.

Os desfalques atrapalharam? Sim. Mas não justificam, embora Allan e Marcio Careca tenham jogado improvisados:

Allan como lateral , e Careca como jogador de futebol.

Uma  coisa que me incomodou, foi a falta de alterações no intervalo ou logo após. Alecsandro, Bernardo, Diego Souza, e o próprio Éder Luis nada produziram e qualquer um podia ser sacado, mas Ricardo Gomes apenas sacou o apagado Bernardo ( terceiro jogo onde nada faz) para a entrada de Enrico aos 33 minutos do segundo tempo. Pior que isso, promoveu a entrada de Elton aos 43. Sim, aos 43, esperando que ele fizesse não sei o que em dois minutos.

Contra o Fluminense, Elton já havia entrado em campo apenas para ouvir o apito final, e embora seja pago para atuar quando o treinador quiser, ninguém gosta de ter seu trabalho depreciado; Nem você, nem eu, nem o Elton.

A partida ficou marcada pela falta de vontade em vencer do Vasco, que talvez tenha achado que uma hora o ABC iria entregar o ouro, o que não aconteceu.

PS: Que jogador limitado, esse Marcio Careca…

O JOGO

Empolgado com o apoio da torcida, que fez bonita festa no Frasqueirão, o Vasco começou o jogo com mais posse de bola. Mas essa superioridade não se transformou em lances de perigo. O time sentia a falta de Felipe, que organizou bem o meio e o ataque nos dois últimos jogos. Bernardo correu muito, mas se mostrava um pouco afobado. Quando acalmou, levou perigo em um chute de longe e em uma cobrança de escanteio que quase surpreendeu o goleiro Wellington.

Diego Souza flutuou muito tentando dar opções de jogada. O camisa 10 encostou muito na dupla de ataque e isso dificultou a criação das jogadas. Sem Felipe, cabia a ele fazer essa transição. Percebendo isso, Alecsandro, que estreou como titular, saiu para buscar jogo, o que foge das suas características. Mas foi desta maneira que ele levou perigo em um chute de longe que acabou saindo por cima do gol.

Percebendo as dificuldades do Vasco, o ABC resolveu equilibrar as ações e, ao pouco, foi tomando conta do meio-campo. O confronto esperado era entre Dedé e Leandrão, que se irritou com as declarações do zagueiro dizendo que conhecia pouco o time rival. Mas quem infernizou mesmo foi Ederson. O atacante, muito veloz, foi um perigo constante. Quem também assustou foi Pio. O lateral-direito mostrou categoria em dois chutes de trivela que assustaram Fernando Prass.

No intervalo, Ricardo Gomes pediu ao time a mesma atitude do início da primeira etapa. Mas as mesmas deficiências se repetiram. O meio-campo não conseguia fazer a ligação com o ataque. Eder Luis, que costuma ser uma válvula de escape com sua velocidade, fez partida bastante discreta. O ABC seguiu levando perigo. Pio arriscou outra bomba, desta vez indo na direção do gol obrigando Prass a fazer belíssima defesa. O camisa 1 ainda salvou o Vasco em chute cara a cara de Ray.

O problema no meio ficou ainda mais evidente com a falta de apoio dos laterais. Os titulares Fagner e Ramon estão machucados e fizeram muita falta na noite desta quarta-feira. Na direita, o improvisado Allan, até criou a jogada de maior perigo do Vasco após uma tabela com Alecsandro fazendo papel de pivô na área. Mas tanto ele como Marcio Careca estiveram muito tímidos no apoio, dando poucas opções de jogada.

O comandante vascaíno, Ricardo Gomes ainda tentou mudar a dinâmica do setor vascaíno ao sacar Bernardo, que manteve a atuação discreta do primeiro tempo, e colocando Enrico. Mas pouco adiantou. Faltou mesmo foi aquele toque de qualidade para deixar os atacantes em boas condições. No jogo de volta a presença de Felipe é garantida. E é nos pés dele que mora a esperança do toque de classe.

FICHA TÉCNICA

ABC-RN 0 X 0 Vasco

Estádio: Frasqueirão, Natal (RN)
Data/hora: 30/3/2011 - 21h50 (de Brasília)
Árbitro: João Bosco da Nóbrega (PB)
Auxiliares: Griselildo de Souza (PB) e Luis Felipe Gonçalves (PB)

Renda/público: Não divulgados

Cartões amarelos: Ray, Bileu (ABC); Rômulo, Márcio Careca (VAS)

ABC: Wellington; Pio, Tiago Garça, Irineu e Renatinho (Renatinho Carioca - 19'/2ºT); Basílio, Bileu, Cascata (Gabriel - 37'/2ºT) e Reinaldo; Ederson (Ray - 26'/2ºT) e Leandrão. Técnico: Leandro Campos.

VASCO: Fernando Prass; Allan, Dedé, Anderson Martins e Márcio Careca; Rômulo, Eduardo Costa (Fellipe Bastos - 28'/1ºT), Bernardo (Enrico - 33'/2ºT) e Diego Souza; Eder Luis e Alecsandro (Elton - 43'/2ºT). Técnico: Ricardo Gomes.

Sem título

terça-feira, 29 de março de 2011

De volta.

Olá amigos!

Desde Junho do ano passado tenho a oportunidade de ser o ‘Almirante” desta nossa ‘Caravela”.

É muito bom escrever em blog, se você não possui um recomendo.

Ao mesmo tempo, você ganha uma “responsabilidade” para com seus “seguidores”. Eu por exemplo não posso deixar de comentar um jogo do Vasco, mesmo que eu não tenha vontade de escrever no dia, preciso manter o decoro e vir aqui abrir o espaço para que todos possam comentar. É difícil acontecer, porque eu sempre quero falar de Vasco, mas aconteceu; naquele empate de 2x2 com o Botafogo que Nilton fez um contra e Titi deu o pênalti aos 45 do segundo tempo para o foguinho.

Pois bem, fato é que eu adoro escrever aqui, adoro vocês que acompanham o blog, mas o lado ruim do “Palavra” é que eu estou preso a um único assunto; Vasco.

Só que eu sou um chato que dá pitaco em tudo, e não posso vir aqui e dizer que o José Alencar morreu e vai ter que levar o cartão de crédito para o cemitério pois estava devendo à sepultura, porque fugiria do assunto do blog.

Por isso, ontem eu comprei um novo domínio e registrei o meu antigo blog nele, e a partir de hoje, voltarei a postar no “Blog do Gago”, um lugar onde posso falar de qualquer coisa, e espero ver vocês por lá também.

O novo endereço é www.blogdogago.com e todo o material antigo do blogspot foi movido para lá.

Não deixem de visitar, é um espaço para falarmos de tudo um pouco, não existe assunto específico.

Enquanto isso, estou orgulhoso em dizer que:

Desde Julho de 2010, ocasião onde instalei o HTML do google analytics para acompanhar o desempenho do “Palavra”, já são

Números longe de serem comparados com grandes blogs da Internet, como por exemplo do jornalista Flávio Gomes, que acompanho e recomendo, mas muito bons se comparados a outros blogs do Vasco, principalmente de torcedores.

Por isso, muito obrigado a vocês! Espero poder continuar contando com esse carinho aqui no “Palavra” e que ele seja estendido ao Blog do Gago.

Amanhã teremos o jogo contra o ABC pela CB e o habitual post, complementado por alguns assuntos como a volta de Juninho.

Até…/+/…

domingo, 27 de março de 2011

Vasco 0 x 0 Fluminense. 5ª rodada da Taça Rio

Antes de falar do jogo, para ficar registrado, quero parabenizar a equipe de Beach Soccer do Vasco, que como a tradição do clube manda, foi a primeira em algo: Título mundial de clubes.

O mundialito começou ruim, com uma derrota para o Barcelona em um jogo que  o time não mostrou o porque ser apontado como favorito da competição. Mas a medida que o campeonato progredia, também o Vasco crescia, e no final confirmou o favoritismo e trouxe a taça ( mais uma) para a colina, após vitória sobre um surpreendente Sporting.

Tinha tudo para ser um jogão; Dois times de qualidade procuravam a reafirmação no campeonato após um começo ruim através da vitória no clássico.

Mas não foi.

Oportunidades surgiram para ambos, uma ou duas defesas difíceis, uma bola na trave e um gol perdido por Éder Luís.

Mas o clássico vai ser lembrado como um jogo pobre, de mais erros que acertos e fraco de emoções. Que deveria ter sido ganho pelo Vasco por dois motivos:

O primeiro é que o Vasco deveria ter aproveitado melhor o momento: Vem de uma vitória maiúscula contra o foguinho e encarava um time sem treinador.

O segundo é que mesmo tendo sido um jogo equilibrado, a melhor chance de gol foi do Vasco, com Éder Luís que chutou bisonhamente para fora. Éder que já havia acertado uma bola na trave.

Antes do jogo, o senso comum era de que o empate seria um resultado ruim para as duas equipes, mas na verdade uma derrota seria um resultado desastroso para qualquer uma delas, e talvez por isso nenhum dos times tenha se exposto demais, o que ficou evidente a partir dos 25 do segundo tempo quando nem Fluminense nem Vasco atacavam, salvo um chute perigoso de Julio César defendido brilhantemente por Prass.

Fernando aliás foi perfeito embaixo das traves. Já nas saídas falhou como de costume. É fato que Prass é um ídolo da torcida, um excepcional goleiro, mas se ele tem um defeito é esse : Sair do gol.

Na verdade, jogamos desfalcados nas duas laterais, fato que irá se repetir por mais três partidas,e com Diego Souza ainda lento. Além disso, Bernardo que fez bom primeiro tempo sumiu no segundo, Alecsandro mostrou que também está sem ritmo, e Felipe cansou na metade da segunda etapa. Definitivamente estava difícil vencer assim.

Além disso, volto a bater na mesma tecla: Não é possível jogar sem homem de área. Não dá para botar Éder Luís na cara do gol e depender dele converter as chances, simplesmente não é o seu forte.

Aos 14 da segunda etapa, RG tentou mudar isso com a entrada de Alecsandro no lugar do apagado Bernardo, mas se ritmo de jogo, pouco contribuiu. Ao meu ver, esse jogo era para Elton, que já está pronto, não para promover a estreia de Alecsandro que pelo que vi, está longe do ponto.

Enfim, não deu. Voltamos com mais um ponto e a volta para liderança do grupo, a hora é de pensar no próximo adversário : ABC Terça-Feira pela CB, hora de cair matando e assegurar a vaga. Pelo carioca, a próxima partida são 3 pontos certos, contra o Bangu, e o resultado de hoje não vai fazer tanta diferença.

O JOGO

Antes de a bola rolar, o clima era de gozação entre as duas torcidas. Os tricolores, por exemplo, ironizaram o jejum de títulos do Vasco. Quando o árbitro apitou o início do jogo, a disputa continuou forte. Empurrados por sua torcida, em maioria no estádio, os cruz-maltinos começaram no ataque, mas, atrapalhados pelos seguidos erros de passe na tentativa de encontrar Diego Souza e Eder Luis na frente, o time deu chance para o Flu crescer.

Mais objetivo, o Tricolor assustou pela primeira vez com Conca em um chute de fora da área que Fernando Prass teve dificuldade para espalmar. Pouco depois, Emerson levou pela ponta direita e cruzou para Fred, que estava de cara para o gol. O capitão, no entanto, chegou um pouquinho atrasado e não conseguiu empurrar a bola para o gol. Ele ainda teria outra chance depois após aproveitar um desviou de cabeça de Valencia. O camisa 9, desequilibrado, não conseguiu acertar o alvo.

As primeiras duas boas oportunidades do Vasco saíram dos pés de Bernardo. Primeiro, em uma cobrança de falta longa, ele mandou uma bomba e Berna mandou para escanteio. Depois, o meia recebeu passe de Diego Souza e bateu forte, cruzado, e o goleiro tricolor conseguiu aliviar o perigo novamente. Mas a melhor chance veio com Eder Luis, aos 37 minutos. O atacante aproveitou um passe errado de Conca e arrancou desde antes do meio de campo até a entrada da área, de onde chutou firme e acertou o travessão.

Antes do fim da primeira etapa, o Vasco ainda chegou com muito perigo. Após boa troca de passes, a bola sobrou limpa para Romulo, que, da entrada da área, chutou forte no ângulo. Ricardo Berna deu um voo e, de mão trocada, fez uma linda defesa.

O Flu voltou do vestiário com Deco no lugar de Souza, e o luso-brasileiro logo criou uma boa oportunidade. Ele deu passe para Fred, que enganou o marcador e bateu colocado da entrada da área. A bola passou rente à trave esquerda de Prass. Apesar do início bom, o jogo caiu um pouco de rendimento na segunda etapa. Vendo que seu time estava em dificuldade, Ricardo Gomes também mexeu: promoveu a estreia de Alecsandro, que, aos 14 minutos, entrou no lugar de Bernardo. No lance anterior, os cruz-maltinos pediram pênalti em lance que Eder Luis se chocou com Digão dentro da área, mas o árbitro mandou o jogo seguir.

Aos 24 minutos, um lance, a chance mais clara de gol até então, esquentou a partida. Marcio Careca deu lançamento na medida para Eder Luis, que ficou de cara para o gol mas chutou muito mal. Depois, foi a vez de o Flu ameaçar, mas a pontaria não estava em dia. Na primeira, Deco chutou, a bola desviou e Prass teve dificuldade para defender. Na sequência, Julio Cesar teve duas outras oportunidades. Primeiro, errou o alvo após tabelar com Araújo. Depois, chutou cruzado e o arqueiro vascaíno rebateu para o meio da zaga. Ninguém conseguiu aproveitar o rebote.

Apesar da tentativa de pressão tricolor no fim, o árbitro deu o apito final sem que o placar fosse alterado.

FICHA TÉCNICA

FLUMINENSE 0 X 0 VASCO

Competição: Campeonato Estadual - Taça Rio - 1ª fase - 5ª rodada

Local: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 27 de março de 2011 (domingo)
Horário: 18h30min (de Brasília)
Árbitro: Felipe Gomes da Silva (RJ)
Assistente nº1: Rodrigo Pereira Joia (RJ)
Assistente nº2: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa (RJ)
4º Árbitro: Marcelo Domingos de Souza (RJ)
Público: 22.945 pagantes; 27.480 presentes
Renda: R$ 632.665,00
Cartões Amarelos:
Conca (Fluminense) - 27' - Primeiro tempo
Diguinho (Fluminense) - 7' - Segundo tempo
Deco (Fluminense) - 18' - Segundo tempo
Diego Souza (Vasco) - 18' - Primeiro tempo
Eduardo Costa (Vasco) - 3' - Segundo tempo
Alecsandro (Vasco) - 29' - Segundo tempo
FLUMINENSE: Ricardo Berna; Mariano, Gum, Digão (Edinho, 2º T - 26min) e Julio Cesar; Valencia, Diguinho, Souza (Deco, intervalo) e Darío Conca; Emerson (Araújo, 2º T - 32min) e Fred [cap]. Técnico: Enderson Moreira
VASCO: Fernando Prass [cap], Allan, Dedé, Anderson Martins e Márcio Careca; Eduardo Costa, Rômulo, Felipe (Jéferson, 2º T - 27min) e Bernardo (Alecsandro, 2º T - 15min); Eder Luis (Leandro, 2º T - 30min) e Diego Souza. Técnico: Ricardo Gomes

 

quinta-feira, 24 de março de 2011

Camisas negras

Temos uma nova camisa amigos;

camisa

Assim como foi a camisa templária, não é exatamente uma novidade, já que está na internet a pelo menos dois meses, mas oficialmente, aí está.

Ficou bonita, e vem para relembrar o mais belo momento desse clube, 85 anos da  “resposta histórica”. Uma bela homenagem aos camisas negras, que tanto fizeram por esta agremiação e pelo futebol nacional.

Assim como foi a camisa templária, será um sucesso de vendas, sem dúvida.

…/+/…

Ontem se completou 8 anos sem títulos no Vasco. Para comprovar que não se precisa de necessariamente um grande time para ser campeão, Antônio Lopes mesmo admite que o elenco estava longe de ser excepcional. De lá para cá, Eurico mandou, desmandou, saiu, o Vasco caiu, voltou, fez uma temporada irregular e hoje, podemos dizer que possui o melhor elenco dentro de muito tempo, para mim, desde o desmanche do time campeão brasileiro. Então já deu. Se não tínhamos time, hoje temos, a hora já passou de gritar  “é campeão” outra vez.

…/+/…

Éder Luís já admite a vontade de ficar no Vasco pelo menos até dezembro, agora é hora de Caetano procurar o Benfica para conversar sobre essa possibilidade. Em forma e com ritmo já vimos do que o chico bento é capaz.

…/+/…

Já são seis candidatos a presidência. Já escolheu o seu? eu já.

…/+/…

O Vasco vai receber menos que o urubu da globo. Estima-se em 40 milhões.

PQP. Só falando assim!

…/+/…

E agora falando do time:

O Negócio tá preto: Fágner arrumou uma porrada do joelho e pára por 15 dias.E Ramon tomou um gancho de três jogos pelo STJD.

O período sem os dois é o mesmo; 3 jogos. Além do clássico contra os tricoletes, ABC pela CB, e Bangu.

Éeeeeeee… negócio é testar um 3-5-2 aí viu?

domingo, 20 de março de 2011

Vasco 2 x 0 Botafogo, 4ª rodada Taça Rio

Desta vez vai ser muito fácil escrever o post do jogo.

Porque ganhamos de forma imponente, sem sustos, é até difícil encontrar pontos negativos na partida de hoje.

Mas há pontos em que podemos melhorar, sim.

Primeiramente, Ricardo Gomes e os jogadores estão de parabéns pela vitória. Com muita garra aliada a superioridade tática e técnica, o Vasco atropelou o foguinho, e só não goleou porque Jéferson salvou pelo menos três gols. É uma merecida vitória.

O time cada vez mais vem se acertando, e hoje bastou ter a concentração e a dedicação que vinha tendo, mas durante os 90 minutos da partida, sem “apagões”, que ganhou fácil.

É bem verdade que o Botafogo, com todo respeito, é um time fraco, que só consegue algo as custas do bom técnico que tem por trás. Mas que não faz milagres.

Ao início da transmissão, que assisti com meu amigo e frequentador do Blog Reinaldo, por um instante deixei a tensão normal de clássico de lado, e observei com atenção a escalação do foguinho.

- Porra, o Vasco não pode perder para um time desses.

Foi O comentário. E é verdade, o Botafogo tem um grande goleiro e um atacante malandro, Loco Abreu. E só.

Lógico, que “Clássico é clássico e vice-versa” mas o Vasco hoje tem um plantel duas vezes ou mais melhor.

Portanto, hoje devemos comemorar com toda razão uma vitória merecida, mas ter em mente que Fluminense e Flamengo possuem um time muito mais qualificado que a presa de hoje.

Mas, voltando a falar do jogo: Não há o que discutir, o Vasco desde o primeiro minuto mostrou quem mandaria na partida e poderia ter saído logo na frente se Éder Luís não cabeceasse tão mal uma bola espirrada por Jéferson na grande área.

Após 20 minutos de pressão inteiramente vascaína, o Botafogo acordou e procurou atacar, mas esbarrava numa zaga que estava decidida a não sofrer gols. Prova disso é que tanto Ramon quanto o improvisado Allan praticamente não apoiaram, preocupando-se mais em fechar as laterais que municiariam o jogo aéreo de Sebastian Abreu. E foi AÍ o pulo do gato de Ricardo Gomes; a principal arma do Botafogo estava limitada a receber bolas altas oriundas de escanteios e cruzamentos de longe.

A segunda parte da missão foi ter o controle do meio campo. Eduardo Costa e Rômulo foram mantidos no meio ao contrário do que vinha se dizendo de que o segundo iria ser improvisado na lateral direita. A escalação de Allan só foi revelada momentos antes da partida, e o meio campo que iria ser composto por três meias e um volante, veio com três meias e dois volantes. Se isso custou a escalação de Elton que fez falta em alguns momentos ao ataque do Vasco, também lotou o meio campo de cruzmanltinos e o Botafogo não tinha a menor posse de bola.

Foi arriscado, no sentido de confiar muito nos meias e em Éder Luís, (quem até então só marcou uma vez no ano)para marcar gols. Vale lembrar que o primeiro gol veio de um lance individual de Diego Souza e o segundo de um escanteio.

Pessoalmente, eu acho que nunca, NUNCA se deve jogar sem um homem de área. Pode até parecer estranho agora que já sabemos o resultado e quem marcou os gols, mas eu sacaria Éder Luís e não Elton do time hoje. Ou Elton no lugar de Allan e Rômulo na lateral.

Se você está se perguntando por que, deveria ver o compacto do jogo e perceber que em três oportunidades o Vasco saiu na cara do goleiro e perdeu a chance de marcar. Curiosamente, as três nos pés de Éder Luís. Sem contar a fomeada de Bernardo no segundo tempo que não quis tocar para Ramon que entrava sozinho na área.

Aliás, Bernardo não jogou nada próximo das duas últimas partidas e foi corretamente substituído por Fellipe Bastos ( que perdeu outro gol após passe GENIAL de Felipe).

E agora, acreditam no que eu disse? Pois eu profetizo: Tivéssemos Elton no ataque hoje, seria 3-0/4-0.

Contamos com um pouco de sorte, e com um pouco de ‘justiça divina” nos gols. Isso nem sempre vai acontecer.

Falando sobre a defesa novamente, a avenida Ramon foi fechada. Pode parecer que a sua atuação foi apagada para alguns, mas pelo contrário, acho que foi uma das melhores partidas de Ramon, porque não expôs ao adversário uma fraqueza do time, que são as temíveis bolas aéreas. Além disso, merece aplausos a dedicação de Allan que mesmo improvisado não comprometeu, porque criar jogadas já era de se esperar que não fizesse.

Dedé colou em Loco Abreu e perdeu uma ou duas bolas aéreas, e só.  Seu companheiro, Anderson Martins fez o arroz-com-feijão e saiu-se muito bem, sem inventar.

Para não dizer que a zaga foi perfeita, porque perfeição não existe, no segundo tempo, Somália recebeu uma bola livre na área, erro crasso de marcação que poderia ter custado um gol.

Se Bernardo não jogou nada ( apenas um grande passe para Éder Luis que perdeu) perto do que poderia, Felipe foi novamente o maestro do time. Ao seu lado, Diego Souza mesmo sem ritmo de jogo deu mais combate e dinamismo na mesma proporção de habilidade. Sua participação foi coroada com um gol que teve de tudo: Acreditou no lance, dividiu com o zagueiro, invadiu a área e com muita classe driblou o goleiro e tocou no espaço vazio. Genial.

Éder Luís… o tiririca perdeu gols, mas ele não deveria estar ali para finalizar em primeiro lugar. Dá para isenta-lo de culpa? Se movimentou bem, mas se não tivesse marcado um (BELÍSSIMO) gol de voleio, estaríamos tão satisfeitos com sua atuação?

Uma nova era está nascendo amigos. Jogando com hoje, corrigindo algumas poucas falhas e encontrando o lugar ideal para cada um que esta chegando, o Vasco tonar-se-á uma força a ser batida.

Antes da encerrar o post, queria dizer que está sendo extremamente deselegante a maneira que está sendo tratada a situação de Alecsandro: Mal chegou já está se cobrando um lugar para ele, e já se fala até quando estreará. Devemos nos lembrar que antes dele, Elton já estava jogando e deve no mínimo ser tratado com respeito e igualdade de condições. Jogar Alecsandro logo de cara, sem estar 100% fisicamente é fazer muito pouco caso de um cara que certamente, titular ou não pode ajudar muito o time neste ano.

Eu acredito que Alecsandro tenha tudo para ser titular, por ter mais “currículo” que Elton. Mas ele não é nenhum Diego Souza que se precise apressar a escalação.

PS: COMO É CHATO ESSE HERRERA!!! CACETE O CARA NÃO CALA A BOCA UM MINUTO,RECLAMA DE TUDO!

PS2: A torcida gritava “Burro” para Joel que sacava Everton do time, mas não percebeu que foi o jogador que pediu para sair.

O JOGO

O primeiro tempo mostrou uma superioridade vascaína traduzida de cara pela postura tática da equipe desde o início. Não que o Botafogo não tenha assustado. Mas Ricardo Gomes deixou claro que manteria o esquema ofensivo que vem dando certo nos últimos jogos. E o torcedor que foi ao Engenhão não teve motivos para reclamar: viu bonitos lances. E o goleiro Jefferson inspirado, ainda que tenha falhado em duas saídas de gol.

Sem Fágner, suspenso, o técnico Ricardo Gomes escalou o meia Allan improvisado na lateral direita. Com isso, Rômulo seguiu no meio-campo. E Diego Souza estreou na vaga de Elton. Do lado do Botafogo, Joel Santana manteve Márcio Azevedo na lateral esquerda e Somália na meia cancha. Era bom esperar com um bom bloqueio o que fico nítido desde o início da partida: o Vasco com a iniciativa do ataque. E logo aos dois minutos, o time cruz-maltino deu o primeiro susto num centro pela direita. Jefferson, normalmente seguro nas saídas, dessa vez foi mal e espalmou a bola na cabeça de Eder Luis, que não esperava a sobra e mandou mal, para fora.

Se o primeiro lance de perigo do Vasco ocorreu mais pela falha do goleiro alvinegro, o segundo mostrou que o time queria incomodar com meio-campo mais arrumado e bom toque de bola, puxado sempre por Felipe. Era a saída para furar o forte bloqueio alvinegro. Foi assim no primeiro lance bonito da partida, quando Bernardo, a sensação vascaína das últimas partidas, lançou nas costas da marcação adversária para Eder Luis avançar rumo ao gol. Dessa vez, o atacante encontrou o Jefferson habitual, muralha. Saiu bem e salvou o Alvinegro com boa defesa.

Com o estreante Diego Souza mostrando mais vontade do que a costumeira técnica, o Vasco dava as cartas nos primeiros dez minutos. O Botafogo vinha com a costumeira tática da prancheta de Joel: time compactado, marcando bem, à espera da hora certa de dar o bote. Por pouco Arévalo conseguiu aos 11, ao matar e bater de fora da área um rebote de Dedé. A bola raspou a meta de Fernando Prass, que se esticou, mas não chegaria na bola. O lance de perigo deu um gás a mais à equipe. Outro bom lance agitou a torcida alvinegra: Herrera recuou para dar um toque por cima para Loco Abreu. O uruguaio pegou como a bola veio, de prima, mas bateu por cima.

Do lado cruz-maltino, Diego Souza começava a se soltar mais. Mexia-se melhor pelos lados do campo. E foi num desses deslocamentos que, por uma fração de segundo, poderia ter aberto o placar para o Vasco. Eduardo Costa dominou pela meia direita e chutou bola rasteira cruzada na área para o camisa 10, que ainda se esticou de carrinho para bater de perna direita. Mas a bola saiu.

Àquela altura, o Vasco já recuperava o domínio da partida. O Botafogo tentava surpreender nos contra-ataques contando com inspiração do solitário Everton na armação. Em uma jogada de ataque do time, Dedé levou vantagem, matou a bola no peito e ela tocou na mão. O árbitro interpretou como toque involuntário. Loco Abreu reclamou e levou cartão amarelo.

A partir dos 30 minutos, o domínio do Vasco ficou mais evidente. O time explorava melhor as laterais. Principalmente com Ramon, que lançou Eder Luis. Mais uma vez, Jefferson fez defesa sensacional. Ali, o goleiro já era o destaque da partida. Voltou a brilhar logo na jogada seguinte, na cobrança de escanteio, quando Anderson Martins subiu melhor e testou firme, para nova defesa difícil, à queima-roupa.

O jogo cresceu em emoção. O Botafogo, com pouca criação no meio, procurava reagir no talento da dupla que tem na frente. E numa disputa de bola aérea, Loco Abreu levou a melhor para tocar na medida para Herrera. O atacante girou com categoria e mandou a bola para as redes, mas a arbitragem marcou impedimento duvidoso, aos 37 minutos.

A partida manteve o ritmo pegado até o fim do primeiro tempo. Ramon, bem pela esquerda, ainda arriscou de fora da área, com perigo, e Diego Souza, visivelmente sem ritmo de jogo, cabeceou para fora um centro da direita de Eder Luis, destaque do time. Na saída de campo, o camisa 7 reclamava de pênalti sofrido e de xingamento de um dos auxiliares da partida.

No segundo tempo, houve uma inversão. Joel tentou soltar mais o Botafogo. Com menos de dez minutos, o tímido Lucas e o vaiado Somália já haviam arriscado de fora da área - tudo bem que para fácil defesa de Fernando Prass. O time forçava mais o ataque, ainda que, pelo lado esquerdo, contava com um Márcio Azevedo muito inseguro para subir. O Vasco, mais recuado, agora fazia o papel de malandro à espera do momento para dar a tacada final. Sempre puxado por um inspirado Felipe.

O camisa 6 vinha de trás driblando. Numa de suas jogadas, serviu Ramon na esquerda. O lateral chutou com violência, a bola desviou na defesa e encobriu Jefferson, que rezou. Teve sorte. Raspou a trave. Mas, três minutos depois, não houve jeito. O estreante Diego Souza levou a melhor. Após lançamento de Bernardo pela direita, o novo camisa 10 vascaíno aproveitou-se da indecisão de Márcio Rosário e João Filipe para levar vantagem sobre os dois zagueiros, dominar a bola, cortar para o meio e bater sem defesa, rasteiro, à esquerda de Jefferson, que saiu mas nada pôde fazer. Na comemoração, os jogadores ainda deram cambalhotas.

O Trem-Bala vascaíno tinha o domínio total. Desesperado, Joel fez duas mexidas de uma vez só: trocou os laterais Lucas e Márcio Azevedo por Marcelo Mattos e Caio - Somália acabou deslocado para a lateral esquerda. Não deu certo. O Vasco sobrava tanto que ainda teve direito a golaço. Aos 25, após cobrança de escanteio de Bernardo, Dedé escorou de cabeça. A bola sobrou na esquerda para Eder Luis, que, numa meia-bicicleta, mandou para as redes, sem defesa para Jefferson. Na comemoração, o Trem-Bala e as cambalhotas enlouqueceram a torcida vascaína.

No banco, Joel também enlouqueceu do lado alvinegro. Sacou Everton, único que tentava criar, para pôr Alex. A torcida não perdoou. Aos gritos de "burro!", mostrou a desaprovação com a mudança. E tinha razão. Sem criação, não adiantava ter Caio, Herrera e Loco Abreu na frente.

Do lado vascaíno, Ricardo Gomes tirou Eder Luis, destaque do time, mas cansado, para pôr Leandro. Com o Botafogo mais aberto, sobrava espaço para ampliar o placar. E Bernardo podia ter sacramentado a vitória, não fosse fominha na jogada em que bateu para defesa de Jefferson. Pouco depois, acabou punido com a substituição - entrou Felipe Bastos.

O tempo passava, e Joel Santana ficava mais desesperado. Ao reclamar de marcação da arbitragem, acabou expulso. E saiu vaiado pela torcida, que fazia coro pedindo sua expulsão.

FICHA TÉCNICA

VASCO 2 X 0 BOTAFOGO

Local: Estádio Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 20 de março de 2011 (Domingo)
Horário: 18h30(de Brasília)
Árbitro: Péricles Bassols (RJ)
Assistentes: Jackson dos Santos (RJ) e Wagner Santos (RJ)
Cartões amarelos: Eduardo Costa, Bernardo, Ramon, Leandro e Diego Souza (Vasco); Loco Abreu, Everton, João Filipe, Herrera e Rodrigo Mancha (Botafogo)
GOLS: VASCO - Diego Souza, aos 14, e Éder Luis, aos 25 minutos do segundo tempo
VASCO: Fernando Prass; Allan, Dedé, Anderson Martins e Ramon; Romulo, Eduardo Costa, Felipe e Diego Souza (Élton); Bernardo (Fellipe Bastos) e Eder Luis (Leandro). Técnico: Ricardo Gomes
BOTAFOGO: Jefferson; Lucas (Caio), João Filipe, Márcio Rosário e Márcio Azevedo (Marcelo Mattos); Arévalo, Rodrigo Mancha, Somália e Everton (Alex); Herrera e Loco Abreu. Técnico: Joel Santana

Fonte: GloboEsporte.com (texto, vídeo), Gazeta Esportiva (ficha), O Globo online (fotos), Fotocom (fotos), Site oficial do Vasco (fotos)

quinta-feira, 17 de março de 2011

Chegou

Demorou; desde o início deste ano tentando, mas finalmente Alecsandro é do Vasco. Vestiu a camisa, já era.

E para nossa surpresa, já está inscrito no BID:

( para jogar neste carioca, ainda é preciso aparecer no BIRA da FFERJ)

A diretoria deu um show de agilidade dessa vez. 24 horas atrás o vascaíno nem pensava em Alecsandro, agora o Vasco já é dono de 60% do passe ( hoje em dia é moda essa porra de dividir o passe como se fosse loteamento) dele.

Logicamente, Alecsandro precisa retornar a Porto Alegre para tratar de sua mudança para o Rio e a tendência é que só treine a partir da próxima semana.

Mas, a julgar pela boa vontade dele na entrevista, parece estar louco para jogar:

…/+/…

Mas não foi a única notícia boa de hoje, não.

Olha aí o Gene Simmons mostrando que é Vascão:

…/+/…

Vocês estão entendendo alguma coisa desse rolo envolvendo Globo,C13, CBF, Redetv e o escambau? Porra eu não sei de mais nada, só sei que estamos correndo o risco de não assistir partidas envolvendo dois clubes com contratos em canais diferentes a partir de 2012.

Para mim, isso vai acabar em Pizza e todos vão ficar na Globo, com Clube dos 13 ou não.

Só sei que Vasco não pode receber menos que urubus e gambás, nunca.

…/+/…

Depois, o Euvírus têm a audácia de dizer que não deixou dívidas no Vasco, ou melhor, que elas estavam “equacionadas” dando um sentido que só ele inventou à essa palavra.

As dívidas nos grandes clubes do futebol brasileiro parecem não ter fim. O Vasco da Gama vai pagar um pouco mais cara por não ter entregue uma de R$ 3,5 milhões ao atacante Euller, quando ele ainda atuava pelo time da colina. Para poder pagar a quantia, o time carioca terá 30% dos direitos de TV penhorados.

Fonte: FutNet

…/+/…

Contra o Botafogo vai ser mole escalar Diego Souza. Isso porque Fágner está suspenso e  Irrazábal e Max lesionados. O “sorteado” para ser improvisado na right direita do time será Rômulo, testado durante a semana na posição.

Com isso, o time ficou com uma cara bem ofensiva; Prass, Rômulo, Ramon, Dedé,Anderson, Eduardo,Diego, Felipe, Bernardo, Eder e Elton.

É uma tática ousada de Ricardo Gomes, jogar com apenas um volante de ofício em um clássico.

Mas ao que tudo indica, Diego Souza começará sua carreira no Vasco atuando um pouco mais recuado, fazendo companhia a Eduardo Costa, pelo menos de início.

Já Alecsandro quando puder jogar, tem uma concorrência mais óbvia; a de Elton.

Depois disso, RG vai ter que se virar para escalar esse time. Graças a Deus, ao contrário de 2010, pelo EXCESSO de jogadores de qualidade.

Felipe, Diego Souza, Bernardo, Jéferson,Eder Luís, Elton,Alecsandro, Felipe Bastos, todos lutando por um lugar ao sol.

O jornalista André Rocha, do Blog  “olho tático” deu seu pitaco:

 

Hoje, eu sacava Eder Luís. Nada contra o tiririca, mas é quem está em “menor ritmo” de todos, apesar de vir melhorando tanto de lesão, quanto de produção.

Fosse o Eder Luís de 2010, tinha vaga certa, mas o de 2011…

O certo, é que ELTON OU ALECSANDRO precisam jogar! Em um passado muito recente, vimos como é catastrófico não ter um homem de área. Daí não adiantaria NADA ter um meio campo criativo se ninguém consegue empurrar para o fundo do gol.

Saudações…/+/…

quarta-feira, 16 de março de 2011

uh, fudeu, Alecsandro Apareceu!

Ah moleque, agora é oficial!

Caetano foi para o sul, e na bagagem traz Alecsandro.

O negócio foi “da China” trocou-se uma dívida que até que se prove não se sabia se o Vasco ia receber, pelo contrato do atleta, um troca-troca, no bom sentido.

Não é preciso falar sobre Alecsandro, todos conhecem e sabem que é um baita atacante.

Felizmente passava um mal momento no Inter, que possibilitou a sua vinda, e depois de muito namoro saiu o casamento entre Vasco e o atacante, que já tem contrato redigido inclusive, e especula-se que seja de três anos.

Existe a pressa em inscreve-lo ainda na Taça Rio, mas o prazo é somente até amanhã, ou seja, até a documentação estar regularizada, a FFERJ vai “fechar” ou exigir algum documento que só exige ao Vasco, e muito provavelmente só veremos o novo atacante jogar na CB. Até porque está lesionado.

Mas, como a esperança é a última que morre ( graças a Deus minha sogra se chama Deusa) o negócio é esperar e ver que bicho vai dar.

Nome: Alecsandro Barbosa Felisbino
Nascimento: 04/02/1981 (30 anos)
Local: Bauru (SP)
Altura: 1,83 m
Pé: Destro
Clubes:
1997 a 2001 - Vitória-BA (base)
2001 a 2003 - Vitória-BA
2003 a 2004 - Sport-PE
2004 a 2005 - Ponte Preta-SP
2005 - Vitória-BA
2005 a 2006 - Cruzeiro-MG
2006 - Sporting-POR
2007 - Cruzeiro-MG
2008 a 2009 - Al Wahda-EAU
2009 a 2011 - Internacional-RS
2011 - VASCO
Títulos:
1999 - Copa Nordeste - Vitória
2000 - Campeonato Baiano - Vitória
2002 - Campeonato Baiano - Vitória
2003 - Campeonato Baiano - Vitória
2005 - Campeonato Baiano - Vitória
2006 - Campeonato Mineiro - Cruzeiro
2007 - Copa de Portugal - Sporting
2009 - Campeonato Gaúcho - Internacional
2009 - Copa Suruga - Internacional
2010 - Copa Libertadores da América - Internacional

 

Ano de eleição é uma beleza, mesmo!

Com isso, e a desistência de Juninho permanecer no Catar, eu começo a enxergar uma possibilidade real de contar com o reizinho no elenco a partir de Junho.

Já disse aqui antes, que não sei quanta contribuição EM CAMPO Juninho poderia dar o Vasco ainda, mas certamente, seria uma grande aquisição para o clube, pois é um jogador emblemático que por si só atrairia a torcida.

Eu apoio com toda a veemência sua vinda, repito, só não acho que em campo fará grande diferença, até porque de meio campo o Vasco anda bem, está até difícil escalar a meiuca.

Feliz.

terça-feira, 15 de março de 2011

Peneira

Já dizíamos que a defesa do Vasco em 2011 era o ponto fraco do time, mas hoje veio a confirmação, e assustadora:

Desde 1967 o gigante da colina não tinha uma média de gols sofridos tão ruim nos doze primeiros jogos do ano.

1967: 20
2011: 17
1969, 1999, 1985: 16
1971, 1997 e 2005: 15
1975, 1972, 2006, 2007 e 2008: 14
1968, 1978 e 1996: 13
1984, 1991, 2001 e 2002: 12
1970, 1981, 1987 e 2003: 11
1974, 1977, 1983, 1992, 1998 e 2000: 9
1976, 1982, 1989 e 2004: 8
1986, 1988, 1990 e 2010: 7
1980, 1993, 1995 e 2009: 6
1973, 1979 e 1994: 5

É de facto, o grande problema desde time. Possuímos jogadores de qualidade, os gols estão acontecendo, mas na hora de segurar a vantagem, acontecem os tais apagões e normalmente acompanhando de gol adversário.

Como o próprio Ricardo Gomes diz, o Vasco joga melhor com a bola do que sem ela.

Pombas, não é possível que ele, Ricardo Gomes que foi um puta de um zagueiro não consiga mostrar a defesa o Deus-nos-acuda que acontece na zaga quando uma bola é alçada na área.

…/+/…

Foi divulgada a tabela do Brasileirão de 2011, como prometida com clássicos regionais nas últimas rodadas:

TURNO

21 ou 22/05 Ceará x VASCO Presidente Vargas
28 ou 29/05 VASCO x América-MG São Januário
04 ou 05/06 Coritiba x VASCO Couto Pereira
11 ou 12/06 VASCO x Figueirense São Januário
18 ou 19/06 Grêmio x VASCO Olímpico
25 ou 26/06 Atlético-GO x VASCO Serra Dourada
29 ou 30/06 VASCO x Cruzeiro São Januário
06 ou 07/07 Corinthians x VASCO Pacaembu
09 ou 10/07 VASCO x Internacional São Januário
16 ou 17/07 VASCO x Atlético-PR São Januário
23 ou 24/07 Atlético-MG x VASCO Arena do Jacaré
27 ou 28/07 VASCO x Bahia São Januário
30 ou 31/07 São Paulo x VASCO Morumbi
03 ou 04/08 VASCO x Santos São Januário
06 ou 07/08 Botafogo x VASCO Engenhão
13 ou 14/08 VASCO x Palmeiras São Januário
17 ou 18/08 Avaí x VASCO Ressacada
20 ou 21/08 VASCO x Fluminense São Januário
27 ou 28/08 Flamengo x VASCO Engenhão

RETURNO

31/08-01/09 VASCO x Ceará São Januário
03 ou 04/09 América-MG x VASCO Arena do Jacaré
07 ou 08/09 VASCO x Coritiba São Januário
10 ou 11/09 Figueirense x VASCO Orlando Scarpelli
17 ou 18/09 VASCO x Grêmio São Januário
21 ou 22/09 VASCO x Atlético-GO São Januário
24 ou 25/09 Cruzeiro x VASCO Arena do Jacaré
01 ou 02/10 VASCO x Corinthians São Januário
08 ou 09/10 Internacional x VASCO Beira Rio
12 ou 13/10 Atlético-PR x VASCO Arena da Baixada
15 ou 16/10 VASCO x Atlético-MG São Januário
22 ou 23/10 Bahia x VASCO Pituaçu
29 ou 30/10 VASCO x São Paulo São Januário
05 ou 06/11 Santos x VASCO Vila Belmiro
12 ou 13/11 VASCO x Botafogo Engenhão
16 ou 17/11 Palmeiras x VASCO Pacaembu
19 ou 20/11 VASCO x Avaí São Januário
26 ou 27/11 Fluminense x VASCO A Definir
03 ou 04/12 VASCO x Flamengo A Definir




Acho que é uma boa idéia guardar os clássicos para o final, é uma maneira de evitar entregas de resultados e guardar um resto de emoção para o final.


Porém, a tabela nos “presenteou” com uma sequência de jogos sinistra entre a rodada 7 e 11, com Cruzeiro, Corinthians, Inter, Atlético-PR e Atlético-MG.


…/+/…


Como todos já sabem, Muricy entregou o boné no Fluminense. O motivo seria a falta de infraestrutura do clube, que teria prometido-lhe a construção de um CT.


É um assunto recorrente no futebol do Rio, esse tal desse “CT”, ou melhor a falta dele.


Acho que todos aqui do blog já sabem a minha opinião sobre esse assunto, que é “ CT de cú é rola”. Mas estão sempre cobrando, comparando com outros clubes e desvalorizando o futebol do Rio pela pouca estrutura dos grandes times. 


Quem precisa de estrutura é viaduto! Clube precisa é de jogadores e um treinador de qualidade para ser campeão. Prova disso é que os dois últimos campeões brasileiros nem estádio para jogar possuem, enquanto clubes com CT’s de primeiro mundo estão na fila.


Então vamos parar de fazer charminho e dizer que “ah os clubes do rio são amadores, não têm CT para treinar” e o caralho. Clube carioca não têm CT e ponto final, e isso não vai mudar tão cedo, porque estão os quatro fudidos e antes de construir CT, precisam manter os salários em dia.


Durante bastante tempo, o Vasco teve o Vasco-Barra e não ganhou picas com ele. Hoje não mudou nada sem ele, continuamos sem ganhar nada, infelizmente.


Então se prometeram um CT para Muricy, mentiram, e se ele caiu, problema dele. E para que a unimed precisa de um CT, afinal? Eles não jogam nas laranjeiras mesmo, precisam poupar o gramado por acaso? 


E no Vasco a coisa não muda muito, no passado a falta de um CT já motivou a saída de Dorival JR, muito se falou que a administração buscaria um local para a construção de um, o que acredito ter acontecido de verdade, mas nada se resolveu. E nem deve.


Sinceramente, acho essa história de CT uma papagaiada. Eu RECONHEÇO que um time grande não pode ter apenas um campo para treinar e mandar seus jogos, isso seria absurdo. Mas construir uma estrutura com meia dúzia de campos,e ter o compromisso de arcar com todas as despesas do local- água,luz,IPTU,pessoal- me parece um fardo muito grande, que o Vasco hoje não pode carregar.


Então surgiu a idéia de construir mais um campo atrás das cabines de rádio em São Januário. Eu acho que o pessoal das escolinhas vai ficar muito puto, mas é um mal necessário. O que o Vasco precisa é de mais um ou dois campos para poder dividir o grupo para trabalhos específicos, sem que seja necessário usar o gramado principal, já que é o treino e não o jogo que desgasta o gramado.


Aonde eles vão achar espaço, eu não sei e é trabalho da administração descobrir, mas eu penso ser muito mais viável investir na estrutura principal do clube que é o complexo de São Januário e seus entornos.


Aliás, cabe aqui uma observação: Duas coisas que afastam a torcida de SJ é o trânsito para chegar e sair do Estádio, bem como estacionar, e a péssima iluminação ao redor do estádio. Quando levei minha antiga namorada pela primeira vez, a coitada segurava minha mão que parecia que ia quebrar, de tanto receio que estava.Será que isso não é mais importante que um CT também, oferecer conforto ao torcedor, que efetivamente comparece à casa do clube e paga ingresso?


…/+/…


Diego Souza já têm condições de jogar contra o Botafogo, físicas e agora legais.


Nome de Diego Souza já consta no BID




Terça-feira, 15/03/2011 - 17:42





Fonte: Site da CBF




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Hoje, Juninho Pernambucano decidiu que no Catar, ele não permanece.



Ele estaria puto da vida com a saída do técnico brasileiro Caio Júnior do Al-Gharafa ( time onde deveria jogar o Beto cachaça) e isso o fez decidir que até dia 5 do próximo mês define se ao final de seu contrato em Junho pendura as chuteiras, ou volta a vestir a cruz de malta.



…/+/…



Saudações.